Lista dos relatos elaborados pela equipe de relatoria

Os relatos elaborados pela equipe de relatoria já estão no ar. Sua colaboração no registro deste momento histórico é bem-vinda. Você pode complementar os relatos disponíveis e construir novos relatos sobre as demais atividades.

 

Dia 12/9/2017

#AT1 – Mística de abertura – Memórias da Agroecologia

#AT2 – Boas Vindas e Caminhos do Congresso

#AT3 – Mesa de Abertura

#AT4 – Conferência de Abertura – Agroecologia na Transformação dos Sistemas Agroalimentares na América Latina: Memórias, Saberes e Caminhos para o Bem Viver

#AT9 – Educação do campo e educação em agroecologia: diálogos e convergências

#AT11 – Plenária das Juventudes da América Latina pela Agroecologia 

#AT12 – Feminismo e agroecologia: mulheres em luta contra a Violência sexista, o capitalismo e o patriarcado

#AT13 – Fortalecimento da agenda agroecológica: cooperação intra-regional e Small Grants Programme (GEF/PNUD)

#AT17 – Auto apresentação das organizações que lutam contra agrotóxicos e OGMs

#AT20 – Encontro internacional de guardiões e guardiãs de sementes crioulas

 

Dia 13/9/2017

#AT26 -Painel I – Sem Feminismo não há Agroecologia

#AT27 – Painel II – Memória da Agroecologia

#AT31 – Juventude, Educação e Agroecologia: Desafios para a permanência das Juventudes no Campo e Sucessão Rural

#AT33 – Agroecologia, agrobiodiversidade e valoração das funções ecossistêmicas

#AT34 – Estratégias para o Reconhecimento de Territórios Tradicionais

#AT37 – Exposição de experiências: visualizando os contextos das agriculturas urbanas no Brasil

#AT45 – Marco referencial de agroecologia da Embrapa: percepções, conquistas e desafios

#AT52 – A inteligência da floresta aplicada ao manejo de agroecossistemas: revoluções no campo e nas pessoas

#AT57 – Novas Biotecnologias I: riscos e ameaças

#AT61 – Feira de Troca de Sementes Crioulas – Abertura

Dia 14/9/2017

#AT64 – Painel III – Agrotóxicos, Transgênicos e Agrobiodiversidade

#AT65 – Painel IV – Campesinato e Soberania Alimentar na América Latina

#AT70 – Troca de experiências sobre educação em agroecologia

#AT71 – Mulheres e agroecologia: avanços na economia feminista e solidária

#AT73 – A Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica no Brasil

#AT79 – Agroecologia em Cuba: avanços e desafios

#AT85 – Agroecologia, saúde e alimentação

#AT86 – Experiências de Construção do Conhecimento voltadas a públicos diferenciados na AL

#AT89 – Avanços e limites da institucionalização na Agroecologia

#AT95 – Novas Biotecnologias II: riscos e ameaças

 

Dia 15/9/2017

#AT99 – Painel V – Educação em Agroecologia: Práticas e Saberes na perspectiva contra hegemônica

#AT100 – Painel VI – Agroecologia e Resiliência às Mudanças Climáticas

#AT104 – Diálogos entre Agroecologia e as Economias Críticas

#AT105 – Construção Social de Mercados

#AT108 – Por uma Ciência Cidadã: Articulação na Luta Contra os Agrotóxicos – Compromissos

#AT112 – Palestra de encerramento

VISITA 13. SÍTIO HISTÓRICO E PATRIMÔNIO CULTURAL KALUNGA – COM PERNOITE

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Cavalcante/GO
Dia da visita: 16/09 a 17/09 Saída: Ulisses Guimarães – 5h do dia 16/09 Retorno: Ulisses Guimarães – 16h do dia 17/09
Quilometragem ida e volta: 850 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Responsáveis: Kalungas
Temáticas da visita: 1. Mulheres e Agroecologia; 2. Juventudes e Agroecologia; 3. Conservação e Manejo da Sociobiodiversidade e Direitos dos Agricultores e Povos e Comunidades Tradicionais; 6. Campesinato e Soberania Alimentar 4. Agroecologia e resiliência socioecológica às mudanças climáticas e outros estresses; 5. Manejo de Agroecossistemas; 6. Memórias e História da Agroecologia;
Atividades da visita: – Recepção e apresentação; – Fabricação de produtos ancestrais do quilombo; – Visitação das roças tradicionais quilombolas; – Apresentação teatral do grupo de jovens do quilombo;
O participante deverá trazer: – Os participantes devem trajar vestimentas adequadas para mutirões ao ar livre, como sapatos fechados, calça comprida, usar chapéu ou boné, etc. – Barraca ou colchonete; – Roupa de cama (cobertor, travesseiro, lençol); – Roupa de banho; – Material de higiene pessoal; – Utensílios para a alimentação (prato, talher e copo); – Bloco de anotações e canetas;
VALOR 160,00 – Incluso café da manhã, almoço, jantar e transporte local

Nota sobre a visita

Considerado o maior remanescente dos territórios quilombolas do país, os Kalungas possuem uma importante atuação na manutenção do saber tradicional, cultural e espiritual. Como a maioria de todos os quilombos, os Kalungas estão diretamente relacionados com a história deste país e com a colonização do interior diante da descoberta de ouro em Minas Gerais e Goiás. São a história viva e o exemplo da resistência e da luta por dignidade e respeito.

O território dos Kalungas, consequência da coragem e do desejo de liberdade dos antepassados, constituiu-se em uma terra de vales e de difícil acesso para qualquer tentativa de recaptura dos escravos que conseguiam fugir das minas de ouro. Conhecedores e atentos aos processos do ambiente que os cercavam os escravos aprenderam a fazer da natureza uma aliada e amiga na segurança do que se tinha de mais precioso, a liberdade. A cultura com o cuidado do meio ambiente deu origem as formas de cultivo da vida e do alimento dos atuais Kalungas.

Como conseqüência, a região, localizada na Chapada dos Veadeiros, conhecida pela beleza natural, abundante em água e diversa na flora e fauna remanescentes do Cerrado, é um dos principais e mais belos resquícios que o Agronegócio do Centro Oeste, no Estado do Goiás, não conseguiu avançar e destruir. Foi reconhecida pela fundação Palmares nos anos de 2000 e teve sua certidão emitida pelo Incra em 2005. Até pouco tempo os Kalungas tinham sua posse definida e reconhecida para a garantia de seus territórios, mas recentemente enfrentam sérios problemas com a pressão de construções de Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCH) que ameaçam o Rio das Almas e exclui parte do território Kalunga para a execução do empreendimento. A PCH, denominada Santa Mônica, é mais um empreendimento ligado a interesses exclusos da sociedade e tenta ser viabilizado por influências de famílias coronelistas da região, mediante um Estado latente para com a história e o respeito ao povo Kalunga.

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VISITA 12. SÍTIO PÉ NA TERRA – COM PERNOITE

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Núcleo Rural Pipiripau II, Planaltina DF
Dia da visita: 16/09 a 17/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h do dia 16/09 Retorno: Ulisses Guimarães – 11h do dia 17/09
Quilometragem ida e volta: 130 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Temáticas da visita: 1. Conservação e Manejo da Sociobiodiversidade e Direitos dos Agricultores e Povos e Comunidades Tradicionais; 2. Agroecologia e resiliência socioecológica às mudanças climáticas e outros estresses; 3. Estratégias Econômicas em Diálogo com a Agroecologia
Atividades da visita: – Caminhada na propriedade: área protegida do produtor de água, visita de nascentes em recuperação, visita da mata ciliar, visita das agroflorestas e das áreas de produção orgânica; – Plantio de 80 árvores nas agroflorestas; -Explicações técnicas da integração das áreas das propriedades, dos corredores ecológicos, da fauna e da flora; – Explicações da integração social a nível local. Criação da APROSPERA e do empoderamento da comunidade através dos mutirões, das CSAs e das ações coletivas; – Deslocamento até o sítio Madre Terra do assentamento Oziel Alves II (Dorvalina e Pedro). Tem agroflorestas, a contação da historia da CSA; – Plantio de 40 árvores; – Incluso café da manhã almoço e lanche reforçado;
O participante deverá trazer: – Chapéu, roupas compridas, sapato fechado (bota/botina) e alegria. – Cada participante contribuirá com as tarefas organizacionais (pratos/talheres, louça, etc…) – Para o alojamento, os participantes precisam trazer suas toalhas e lençóis.
VALOR R$ 100,00

Nota sobre a visita

A experiência que está acontecendo nesta Região do Distrito Federal tem sido motivo de intenso olhar pelos Órgãos do Distrito Federal e também pelo Governo Federal  (EMBRAPA/EMATER/SEBRAE/SEAGRI/SEMA/entre outros)  em razão da importância hídrica do rio Pipiripau que abastece as cidades de Planaltina e Sobradinho. Desde 2015, a Associação dos Produtores Agroecológicos do Alto São Bartolomeu incentiva agricultores dos Núcleos Rurais Pipiripau, Taquára e do Asentamento Oziel Alves II a fazer a transição agroecológica no intuito de produzir alimentos orgânicos, proteger os solos e melhorar a quantidade e a qualidade da água.

Através de tecnologias sociais como o mutirão semanal e a implantação de 8 Comunidades que Sustentam a Agricultura (CSA), constatamos que a sociobiodiversidade, as agroflorestas e a solidariedade aumentaram consideravelmente. Nossas soluções são facilmente replicáveis e accessíveis a todos.

O plantio de compensação ambiental das emissões de carbono do congresso pretende-se ser realizado nesta experiência, nas propriedades que serão visitadas.

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VISITA 11. CENTRO DE EDUCAÇÃO POPULAR E AGROECOLOGIA GABRIELA MONTEIRO (MST)

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Brazlândia DF
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno: Ulisses Guimarães – 17h:30min.
Quilometragem ida e volta: 130 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Temáticas da visita: 1. Políticas Públicas e Conjuntura 2.  Juventudes e Agroecologia 3. Campesinato e Soberania Alimentar 4. Construção do Conhecimento Agroecológico 5. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica 6. Agrotóxicos e Organismos Geneticamente Modificados
Atividades da visita: – Recepção e apresentação; -Reforma Agrária Popular; – Método pedagógico MST; – Princípios de SAF’s ; – Planejamento do plantio de SAF – Mutirão de Plantio no SAF do assentamento;
O participante deverá trazer kit militante: – Os participantes devem trajar vestimentas adequadas para mutirões ao ar livre, como sapatos fechados, calça comprida, usar chapéu ou boné, etc. – Utensílios para a alimentação (prato, talher e copo); – Bloco de anotações e canetas;
VALOR R$ 90,00 – Incluso café da manhã, almoço e lanche;

Nota sobre a visita

Agroecologia e Reforma Agrária são dois temas intimamente relacionados. Apesar da produção atual de comida ser suficiente para alimentar toda a humanidade, uma em cada sete pessoas no mundo passa fome, segundo informações do Relatório anual da agência da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Nesse mesmo contexto, no Brasil menos de 1% dos proprietários agrícolas possui 45% da área rural do país. Os dados nos mostram que tão concentradas quanto a terra do agronegócio, estão também a distribuição e o acesso à alimentação em nível global.

Esse cenário de crise alimentar pede a urgência de uma alternativa que não se limite apenas à produção, mas atente para problemas sociais estruturais.É nesse contexto que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, ao construir o seu programa de Reforma Agrária Popular propõe um modelo de produção baseado na agroecologia, consolidando o papel crucial dos assentamentos na produção de alimentos saudáveis, em larga escala e a preços justos, para alimentar a população brasileira e assegurar a autonomia da agricultura familiar e camponesa.

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VISITA 10. SÍTIO ARAÚNA – AGRICULTURA FAMILIAR E POLÍTICAS PÚBLICAS

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Jardim Morumbí DF-128 Planaltina DF
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno: Ulisses Guimarães – 14h
Quilometragem ida e volta: 100 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Responsáveis: Gesinilde Radel
Temáticas da visita: 1. Políticas Públicas e Conjuntura 9. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica 12. Estratégias Econômicas em Diálogo com a Agroecologia
Atividades da visita: – Roda de conversa; – Circulação pelas áreas de produção; – Sistemas integrados de produção; – Pesquisa-ação na agricultura familiar;
O participante deverá trazer: – Roupas adequadas (chapéu, bota, etc); – Garrafa de água; – Caderno para anotações.
VALOR: R$ 95,00 – Incluso café da manhã, almoço e lanche;

Nota sobre a visita

Um dos desafios para o desenvolvimento de sistemas Agroecológicos é contemplar as diversas dimensões da sustentabilidade, principalmente em pequenas propriedades. Temos tecnologias e estratégias econômicas adequadas? Como uma família deve se organizar para produzir? como as políticas públicas podem contribuir com a agricultura familiar agroecológica? Como a Agroecologia pode entrar na vida das famílias e transformar a realidade dos agricultores? O Sítio Araúna tem 2 hectares e vem prosseguindo pela Transição Agroecológica com profundas mudanças da base produtiva, econômica e social.  Transformou-se em referência regional como pequena propriedade rural de base Agroecológica e demonstrou como a adoção dos princípios da Agroecologia apoiada por políticas públicas pode promover uma digna, cidadã e ecológica permanência do homem no espaço rural.

Alegria, simpatia, pensamento no próximo e no planeta, um sistema biodiverso, produtivo e rentável é o que poderemos observar no Sítio Araúna.

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VISITA 9. FAZENDA MALUNGA – PECUÁRIA LEITEIRA ORGÂNICA

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Núcleo Rural Lamarão PADF-DF
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno: Ulisses Guimarães – 15h
Quilometragem ida e volta: 160 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Responsáveis: Aguinar Santos
Temáticas da visita: 9. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica
Atividades da visita: – Rodas de conversa; – História da Fazenda Malunga; – Visita aos sistemas integrados de produção; – Pecuária leiteira orgânica;
O participante deverá trazer: – Roupas adequadas (chapéu, bota, etc); – Garrafa de água; – Caderno para anotações.
VALOR: R$110,00 – Incluso café da manhã e almoço;

Nota sobre a visita

A pecuária leiteira orgânica conduzida na Fazenda Malunga tem seu planejamento guiado pela busca de qualidade na produção de leite e laticínios, bem como pela adoção de técnicas produtivas que propiciem uma produção economicamente viável, ecologicamente adequada e socialmente justa.  Além dos animais serem criados de forma saudável, sem a utilização de antibióticos, hormônios, vermífugos, promotores de crescimento, estimulantes de apetite, ureia e demais aditivos não autorizados na produção orgânica, é necessário que o criador esteja compromissado com a preservação ambiental e proporcione adequadas condições de trabalho aos trabalhadores.

É uma busca incansável de qualidade e sustentabilidade do sistema produtivo, que tem na integração com a produção vegetal orgânica um dos importantes componentes do sistema.  Diversas técnicas de produção orgânica são utilizadas, que vão desde a busca por genética adequada, manejo ecológico das enfermidades, da alimentação e das pastagens. Os visitantes poderão dialogar com os proprietários ou empregados a respeito do mercado, das técnicas produtivas, suas dificuldades e avanços.

Há 28 anos, a Malunga é referência em orgânicos no Distrito Federal. A origem do nome vem do dialeto africano, onde Malunga significa companheiro, irmão. Outro sentido seria de reunião em torno de algo bom.

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VISITA 8. AGROFLORESTA – SÍTIO SEMENTE E SÍTIO RAÍZ

Nota sobre a visita

As agroflorestas do Sítio Semente e Sítio Raiz apresentam uma agricultura que potencializa e viabiliza a regeneração dos ecossistemas florestais, uma vez que as roças são implantadas objetivando a sintonia entre a estratégia da natureza para o enriquecimento sistêmico de sua biodiversidade e as demandas das populações humanas por alimentos e recursos distintos.

Com alguns anos de trabalho, é notório que a área dos sítios retrata uma ilha de fertilidade em meio a uma região bastante degradada. A partir disso, torna-se imprescindível a reflexão sobre o protagonismo do(a) agricultor(a) quanto à transformação da escassez de recursos para a gradual construção da abundância.

Essa visita técnica demonstrará o exercício cotidiano da ciência comprometida com a ecologia e aplicada à produção agrícola. Aos(às) visitantes será dada a oportunidade de conhecer e dialogar sobre esses processos transformadores no campo cujos impactos transgredem as fronteiras físicas com as cidades e expandem as fronteiras do saber.

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Rua 23, Lago Oeste
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno: Ulisses Guimarães – 14h
Quilometragem ida e volta: 85 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 60
Responsáveis: Sofia Carvalho
Temáticas da visita: 3. Juventudes e Agroecologia; 5. Construção do Conhecimento Agroecológico; 6. Campesinato e Soberania Alimentar; 8. Agroecologia e resiliência socioecológica às mudanças climáticas e outros estresses; 9. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica; 12. Estratégias Econômicas em Diálogo com a Agroecologia;
Atividades da visita: Visitação aos sistemas agroflorestais sintrópicos do Sítio Semente e Sítio Raíz guiada pelo agricultores Juã Pereira e Rômulo Araújo – Explicação dos princípios e práticas da agricultura sintrópica
O participante deverá trazer: – Roupas adequadas para transitar por entre as roças (chapéu, bota, etc) – Garrafa de água – Caderno para anotações
VALOR R$ 105,00 – Incluso café da manhã e almoço;

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VISITA 7. SANTUÁRIO DOS PAJÉS

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Santuário dos Pajés – Setor Noroeste
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno: Ulisses Guimarães – 17h
Quilometragem ida e volta: 30 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Responsáveis: Elói Pimentel Wapichama e Kamuu Dan Wapichama
Temáticas da visita: 7. Conservação e Manejo da Sociobiodiversidade e Direitos dos Agricultores e Povos e Comunidades Tradicionais; 8. Agroecologia e resiliência socioecológica às mudanças climáticas e outros estresses; 9. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica; 13. Memórias e História da Agroecologia;
Atividades da visita: – Apresentação – História e resistência do Santuário; – Colheita e beneficiamento de Bambu; – Produção de mudas; – Manejo na agrofloresta do Santuário;
O participante deverá trazer: – Os participantes devem trajar vestimentas adequadas para mutirões ao ar livre, como sapatos fechados, calça comprida, usar chapéu ou boné, etc. Haverá oficinas e manejos de sistemas agroflorestais. – Utensílios para a alimentação (prato, talher e copo); – Bloco de anotações e canetas;
VALOR: R$ 95,00 – Incluso café da manhã, almoço e lanche;

Nota sobre a visita

O Santuário dos Pajés é um território sagrado para etnias indígenas que o reconhecem como uma região de acolhimento físico e espiritual e de intercâmbio entre os “parentes”. Está situado dentro de Brasília, e com isso vive a constante ameaça dos interesses da expansão imobiliária na capital.

Seus habitantes representam um foco de resistência de povos e comunidades tradicionais, que em momentos críticos de conflito recebeu apoio de muitas pessoas de fora para formar barreiras humanas e impedir tratores de derrubar árvores e construir o bairro nobre Setor Noroeste, que, por fim, acabou se consolidando, mesmo com os incansáveis gritos de luta “Santuário não se move!”.

Dessa forma, marcado por uma história de povos sábios que transitaram e interviram naquele ambiente de maneiras positivas, o Santuário dos Pajés é um lugar de grande força, e que respira agroecologia. Essa visita técnica oferecerá uma oportunidade para que as pessoas conheçam a história de um território de identidade indígena dentro das fronteiras da capital, e aprendam a fazer mudas de árvores utilizando materiais reciclados e bambus. Também conhecerão a área de cultivo em sistemas agroflorestais e desfrutarão de deliciosas comidas indígena feitas com carinho.

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VISITA 6. QUILOMBO MESQUITA

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Cidade Ocidental
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno:  Ulisses Guimarães – 17h
Quilometragem ida e volta: 110 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Responsáveis: Sandra e Paulo
Temáticas da visita: 1. Mulheres e Agroecologia; 3. Conservação e Manejo da Sociobiodiversidade e Direitos dos Agricultores e Povos e Comunidades Tradicionais; 6. Campesinato e Soberania Alimentar 4. Agroecologia e resiliência socioecológica às mudanças climáticas e outros estresses; 5. Manejo de Agroecossistemas; 6. Memórias e História da Agroecologia;
Atividades da visita: – Recepção e apresentação; – História do Quilombo – Fabricação de produtos ancestrais do quilombo; – Visita nas roças tradicionais e agroecológicas; – Manejo do marmelo;
O participante deverá trazer: – Os participantes devem trajar vestimentas adequadas para mutirões ao ar livre, como sapatos fechados, calça comprida, usar chapéu ou boné, etc. Haverá oficina de fabricação de da marmelada e farinha de mandioca; – Caderneta de anotação;
VALOR: R$ 105,00 – Incluso café da manhã, almoço e lanche;

Nota sobre a visita

A experiência é a última forma ainda tradicional e ancestral da fabricação do doce de marmelo na região do DF e Entorno. Com mais de 200 anos, desde quando três escravas ganharam a terra do dono da Fazenda Mesquita, o povoado tem sua história marcada pela resistência e preservação do conhecimento empírico. Recentemente reconhecida como território quilombola, as famílias quilombolas tem a soberania e felicidade de se ocuparem do conhecimento e da prática dos trabalhos que lhes foram herdados de seus antepassados, cultivando e transformando o fruto do marmelo, principal fonte de renda na história do Mesquita, a goiaba, a mandioca, a laranja entre diversas hortaliças e plantas medicinais.

A visita conta com a prática de fabricação do tradicional doce de marmelo e fabricação da farinha de mandioca através de oficina com mutirão.

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VISITA 5. CIRCUITO – PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS (EMBRAPA/ SÍTIO GERANIUM)

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Embrapa Hortaliças e Sítio Geranium
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno:  Ulisses Guimarães – 16h
Quilometragem ida e volta: 90 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Responsáveis: Neide Botrel, Nuno Madeira e Maria Abadia
Temáticas da visita: 1. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica 2. Agroecologia e Agriculturas Urbana e Periurbana 3. Construção do Conhecimento Agroecológico 4. Memórias e História da Agroecologia
Atividades da visita: – Roda de conversa; – Stand demonstrativo de PANC’S da EMBRAPA – Visita a área de produção do sítio Geranium – PANCS e SAF’S
O participante deverá trazer: – Caderneta de anotações
VALOR: R$ 75,00 – Incluso café da manhã e almoço;

Nota sobre a visita

A EMBRAPA Hortaliças – DF é uma das grandes referências na pesquisa com Plantas Alimentícias não Convencionais. Possui Stand demonstrativo de folhosas, ora-pro-nobis, raízes, túberas e propagação, o qual será apresentado e visitado pelos participantes.

O Sítio Geranium foi criado inicialmente como uma chácara particular pela odontopediatra Maria Abadia e pelo engenheiro civil Marcelino Barberato em 1986. O aprendizado em agroecologia começou durante o I Encontro de Agricultura Alternativa da UNB, realizado naquele mesmo ano. Em um momento de transição, o casal abandonou a vida de um condomínio fechado para morar no meio do cerrado e iniciar a produção de alimentos orgânicos. As cidades em volta cresceram (Ceilândia, Samambaia e Taguatinga) e o interesse pelo fortalecimento de ações socioambientais também. Vieram então o cultivo de ervas medicinais, mudas de árvores nativas e uma infinidade de conhecimentos e práticas ecológicas, fundadas na permanente capacitação da equipe que gerencia o Sítio e na parceria com diversas instituições, faculdades e colaboradores.

O Sítio Geranium é um centro de referência em Educação Socioambiental e produção de alimentos orgânicos. Também oferece espaço para realização de cursos e eventos. O Sítio funciona como um ambiente vivo para trocas, aplicação, ensino e pesquisa de conhecimentos e técnicas que possibilitem o desenvolvimento de uma cultura da sustentabilidade.

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