Confira a lista de todos os documentos e relatos disponíveis na Relatoria Colaborativa 2.0

 DOCUMENTOS FINAIS DO CONGRESSO

Cartas

Carta Agroecológica do Cerrado

Carta Agroecológica da SOCLA

Moções

Apoio ao CEDAC

Denúncia ao pacote do veneno: Por uma Política Nacional de Redução de Agrotóxicos

Repúdio às práticas patriarcais, machistas e racistas

RELATOS DE ATIVIDADES DA TRILHA 1

Educação em Agroecologia           

#AT10 - Ensinando sobre plantas medicinais na escola     

#AT70 - Troca de experiências sobre educação em agroecologia

#AT99 - Painel V - Educação em Agroecologia: Práticas e Saberes na perspectiva contra hegemônica
Construção do conhecimento agroecológico

#AT9 - Educação do campo e educação em agroecologia: diálogos e convergências

#AT86 - Experiências de Construção do Conhecimento voltadas a públicos diferenciados na AL

RELATOS DE ATIVIDADES DA TRILHA 2

Juventudes e Agroecologia

#AT11 - Plenária das Juventudes da América Latina pela Agroecologia         

#AT31 - Juventude, Educação e Agroecologia: Desafios para a permanência das Juventudes no Campo e Sucessão Rural
Mulheres e Agroecologia

#AT12 - Feminismo e agroecologia: mulheres em luta contra a Violência sexista, o capitalismo e o patriarcado
#AT26 - Painel I - Sem Feminismo não há Agroecologia   

#AT71 - Mulheres e agroecologia: avanços na economia feminista e solidária

RELATOS DE ATIVIDADES DA TRILHA 3

Políticas públicas e conjuntura

#AT13 - Fortalecimento da agenda agroecológica: cooperação intra-regional e Small Grants Programme (GEF/PNUD)

#AT48 - Políticas públicas na construção da segurança e soberania alimentar e agroecologia**

#AT73 - A Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica no Brasil

#AT89 - Avanços e limites da institucionalização na Agroecologia
Campesinato e soberania alimentar

#AT65 - Painel IV - Campesinato e Soberania Alimentar na América Latina
Estratégias econômicas em diálogo com a Agroecologia


#AT33 - Agroecologia, agrobiodiversidade e valoração das funções ecossistêmicas

#AT104 - Diálogos entre Agroecologia e as Economias Críticas

#AT105 - Construção Social de Mercados
Agroecologia e resiliência socioecológica às mudanças climáticas e outros estresses


#AT100 - Painel VI - Agroecologia e Resiliência às Mudanças Climáticas

RELATOS DE ATIVIDADES DA TRILHA 4

Conservação e manejo da sociobiodiversidade e direitos dos agricultores e povos e comunidades tradicionais


#AT20 - Encontro internacional de guardiões e guardiãs de sementes crioulas

#AT21 - Métodos de pesquisa sobre Agrobiodiversidade **

#AT34 - Estratégias para o Reconhecimento de Territórios Tradicionais

#AT58 - Ferramentas de diálogos no manejo comunitário da agrobiodiversidade, melhoramento participativo e empoderamento camponês **

#AT74 - Territórios, Direitos e Resistências: Relatos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais **
Manejo de agroecossistemas e agricultura orgânica


#AT19 - Manejo Agroecológico dos Solos **

#AT51 - Abelhas e os Serviços de Polinização **

#AT52 - A inteligência da floresta aplicada ao manejo de agroecossistemas: revoluções no campo e nas pessoas

#AT55 - Manejo Agroecológico de Pastagens com enfoque em práticas de manejo**

#AT56 - Desenho de Paisagens Agrícolas: Planejamento de Sistemas de Produção de Base Agroecológica**

#AT79 - Agroecologia em Cuba: avanços e desafios(Dia 14)

#AT80 - Oficina sobre Meliponicultura**
Agrotóxicos e organismos geneticamente modificados


#AT17 - Auto apresentação das organizações que lutam contra agrotóxicos e OGMs

#AT57 - Novas Biotecnologias I: riscos e ameaças

#AT64 - Painel III - Agrotóxicos, Transgênicos e Agrobiodiversidade

#AT95 - Novas Biotecnologias II: riscos e ameaças
#AT108 - Por uma Ciência Cidadã: Articulação na Luta Contra os Agrotóxicos - Compromissos
Agroecologia e agriculturas urbana e periurbana


#AT37 - Exposição de experiências: visualizando os contextos das agriculturas urbanas no Brasil

RELATOS DE ATIVIDADES DA TRILHA TRANSVERSAL

Memórias e história da Agroecologia

#AT27 - Painel II - Memória da Agroecologia
Geral

#AT1 - Mística de abertura - Memórias da Agroecologia

#AT2 - Boas Vindas e Caminhos do Congresso

#AT3 - Mesa de Abertura

#AT4 - Conferência de Abertura - Agroecologia na Transformação dos Sistemas Agroalimentares na América Latina: Memórias, Saberes e Caminhos para o Bem Viver

#AT23 - Redação Científica em Agroecologia promovido pela Revista Brasileira de Agroecologia**

#AT24 - Apresentação oral de trabalhos**

#AT28 - CINE AGROECOLOGIA**

#AT45 - Marco referencial de agroecologia da Embrapa: percepções, conquistas e desafios

#AT60 - Apresentação oral de trabalhos**

#AT61 - Feira de Troca de Sementes Crioulas – Abertura

#AT62 - Apresentação oral de trabalhos**

#AT68 - Revista Brasileira de Agroecologia - novas dinâmicas**

#AT85 - Agroecologia, saúde e alimentação

#AT112 - Palestra de encerramento(Dia 15) Obs: as atividades 113 e 114 estão incluídas no relato da atividade 112.

Caminhos do saber **

Obs: ** relatos espontâneos

Congresso em números

O VI Congresso Latino-americano de Agroecologia, X Congresso Brasileiro de Agroecologia e o V Seminário de Agroecologia do DF e entorno foi realizado em Brasília, no período de 12 a 15 de setembro de 2017, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães.  

 O congresso reuniu 4.202 pessoas inscritas de 25 países. Argentina, México, Colômbia, Chile, Equador e Uruguai foram as maiores delegações estrangeiras do congresso. Em sua maioria, os participantes eram estudantes (1625) e agricultores (779), sendo 450 camponeses do campo unitário, entre outros. O Distrito Federal foi a unidade da federação com mais representantes, seguido por Minas Gerais, Pará e São Paulo.

 Houve 150 vagas pela rede de hospedagem solidária, 240 leitos em alojamento e 2 mil vagas em acampamento. Foram construídos oito sanitários e 20 chuveiros ecológicos nos acampamentos do Parque da Cidade. Todos serão doados para a continuidade de capacitação e formação.

 O Cine Agroecologia exibiu dezenas de filmes e 13 grupos se apresentaram na programação cultural. Participaram da cobertura colaborativa 28 redes com profissionais de comunicação. 156 mil pessoas foram alcançadas com as publicações.

Foram registradas 1500 visitas à feira nos dois primeiros dias de evento, onde foram montadas 80 bancas, sendo três internacionais. A feira de troca de semente crioulas contou com 77 guardiãs e guardiões, entre indígenas, quilombolas e extrativistas.

Mais de 2.200 trabalhos foram apresentados. No Mapa da Agroecologia mais de 150 locais foram registrados.

A programação contou com 130 atividades, em cinco formatos e com grandes inovações: linha do tempo da Agroecologia (ou rio do tempo), relatos populares em rodas, Caminhos do saber, Relatoria Colaborativa 2.0, além do fortalecimento e consolidação da feira agroecológica e da sociobiodiversidade.

Caminhos do saber

Caminhos do Saber – Casa da Reforma Agrária 

Arquivo: Programação dos Caminhos do Saber

Relato:

Foram expostos 12 painéis 2,20 x 0,85 m contando a história da ocupação da terra no Brasil desde a chegada dos portugueses até os dias atuais. Destacando eventos  como a Guerra de Canudos, publicação do Estatuto da Terra em 1964, empates liderados por Chico Mendes, massacre de Eldorado dos Carajás, conflito em Anapu-PA que culminou na morte de Dorothy Stang, dentre outros. O espaço contou ainda com exposição de fotografias de assentamentos, e ainda teve uma exposição de produtos agroecológicos in natura produzidos nos assentamento, e produtos beneficiados em agroindústrias geridas por  associações  ou cooperativas da reforma agrária. Foram distribuídos livros e lançados cinco vídeos com experiências de produção agroecológica em cincos projetos de assentamento distribuídos em 5 biomas brasileiros: Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa e Amazônia, realizados especialmente para o X Congresso Brasileiro  de Agroecologia.

Relatora: Débora Guimarães- INCRA

Notícias:

Emater

Ministério do Meio Ambiente

 

Lista dos relatos elaborados pela equipe de relatoria

Os relatos elaborados pela equipe de relatoria já estão no ar. Sua colaboração no registro deste momento histórico é bem-vinda. Você pode complementar os relatos disponíveis e construir novos relatos sobre as demais atividades.

 

Dia 12/9/2017

#AT1 – Mística de abertura – Memórias da Agroecologia

#AT2 – Boas Vindas e Caminhos do Congresso

#AT3 – Mesa de Abertura

#AT4 – Conferência de Abertura – Agroecologia na Transformação dos Sistemas Agroalimentares na América Latina: Memórias, Saberes e Caminhos para o Bem Viver

#AT9 – Educação do campo e educação em agroecologia: diálogos e convergências

#AT11 – Plenária das Juventudes da América Latina pela Agroecologia 

#AT12 – Feminismo e agroecologia: mulheres em luta contra a Violência sexista, o capitalismo e o patriarcado

#AT13 – Fortalecimento da agenda agroecológica: cooperação intra-regional e Small Grants Programme (GEF/PNUD)

#AT17 – Auto apresentação das organizações que lutam contra agrotóxicos e OGMs

#AT20 – Encontro internacional de guardiões e guardiãs de sementes crioulas

 

Dia 13/9/2017

#AT26 -Painel I – Sem Feminismo não há Agroecologia

#AT27 – Painel II – Memória da Agroecologia

#AT31 – Juventude, Educação e Agroecologia: Desafios para a permanência das Juventudes no Campo e Sucessão Rural

#AT33 – Agroecologia, agrobiodiversidade e valoração das funções ecossistêmicas

#AT34 – Estratégias para o Reconhecimento de Territórios Tradicionais

#AT37 – Exposição de experiências: visualizando os contextos das agriculturas urbanas no Brasil

#AT45 – Marco referencial de agroecologia da Embrapa: percepções, conquistas e desafios

#AT52 – A inteligência da floresta aplicada ao manejo de agroecossistemas: revoluções no campo e nas pessoas

#AT57 – Novas Biotecnologias I: riscos e ameaças

#AT61 – Feira de Troca de Sementes Crioulas – Abertura

Dia 14/9/2017

#AT64 – Painel III – Agrotóxicos, Transgênicos e Agrobiodiversidade

#AT65 – Painel IV – Campesinato e Soberania Alimentar na América Latina

#AT70 – Troca de experiências sobre educação em agroecologia

#AT71 – Mulheres e agroecologia: avanços na economia feminista e solidária

#AT73 – A Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica no Brasil

#AT79 – Agroecologia em Cuba: avanços e desafios

#AT85 – Agroecologia, saúde e alimentação

#AT86 – Experiências de Construção do Conhecimento voltadas a públicos diferenciados na AL

#AT89 – Avanços e limites da institucionalização na Agroecologia

#AT95 – Novas Biotecnologias II: riscos e ameaças

 

Dia 15/9/2017

#AT99 – Painel V – Educação em Agroecologia: Práticas e Saberes na perspectiva contra hegemônica

#AT100 – Painel VI – Agroecologia e Resiliência às Mudanças Climáticas

#AT104 – Diálogos entre Agroecologia e as Economias Críticas

#AT105 – Construção Social de Mercados

#AT108 – Por uma Ciência Cidadã: Articulação na Luta Contra os Agrotóxicos – Compromissos

#AT112 – Palestra de encerramento

VISITA 13. SÍTIO HISTÓRICO E PATRIMÔNIO CULTURAL KALUNGA – COM PERNOITE

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Cavalcante/GO
Dia da visita: 16/09 a 17/09 Saída: Ulisses Guimarães – 5h do dia 16/09 Retorno: Ulisses Guimarães – 16h do dia 17/09
Quilometragem ida e volta: 850 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Responsáveis: Kalungas
Temáticas da visita: 1. Mulheres e Agroecologia; 2. Juventudes e Agroecologia; 3. Conservação e Manejo da Sociobiodiversidade e Direitos dos Agricultores e Povos e Comunidades Tradicionais; 6. Campesinato e Soberania Alimentar 4. Agroecologia e resiliência socioecológica às mudanças climáticas e outros estresses; 5. Manejo de Agroecossistemas; 6. Memórias e História da Agroecologia;
Atividades da visita: – Recepção e apresentação; – Fabricação de produtos ancestrais do quilombo; – Visitação das roças tradicionais quilombolas; – Apresentação teatral do grupo de jovens do quilombo;
O participante deverá trazer: – Os participantes devem trajar vestimentas adequadas para mutirões ao ar livre, como sapatos fechados, calça comprida, usar chapéu ou boné, etc. – Barraca ou colchonete; – Roupa de cama (cobertor, travesseiro, lençol); – Roupa de banho; – Material de higiene pessoal; – Utensílios para a alimentação (prato, talher e copo); – Bloco de anotações e canetas;
VALOR 160,00 – Incluso café da manhã, almoço, jantar e transporte local

Nota sobre a visita

Considerado o maior remanescente dos territórios quilombolas do país, os Kalungas possuem uma importante atuação na manutenção do saber tradicional, cultural e espiritual. Como a maioria de todos os quilombos, os Kalungas estão diretamente relacionados com a história deste país e com a colonização do interior diante da descoberta de ouro em Minas Gerais e Goiás. São a história viva e o exemplo da resistência e da luta por dignidade e respeito.

O território dos Kalungas, consequência da coragem e do desejo de liberdade dos antepassados, constituiu-se em uma terra de vales e de difícil acesso para qualquer tentativa de recaptura dos escravos que conseguiam fugir das minas de ouro. Conhecedores e atentos aos processos do ambiente que os cercavam os escravos aprenderam a fazer da natureza uma aliada e amiga na segurança do que se tinha de mais precioso, a liberdade. A cultura com o cuidado do meio ambiente deu origem as formas de cultivo da vida e do alimento dos atuais Kalungas.

Como conseqüência, a região, localizada na Chapada dos Veadeiros, conhecida pela beleza natural, abundante em água e diversa na flora e fauna remanescentes do Cerrado, é um dos principais e mais belos resquícios que o Agronegócio do Centro Oeste, no Estado do Goiás, não conseguiu avançar e destruir. Foi reconhecida pela fundação Palmares nos anos de 2000 e teve sua certidão emitida pelo Incra em 2005. Até pouco tempo os Kalungas tinham sua posse definida e reconhecida para a garantia de seus territórios, mas recentemente enfrentam sérios problemas com a pressão de construções de Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCH) que ameaçam o Rio das Almas e exclui parte do território Kalunga para a execução do empreendimento. A PCH, denominada Santa Mônica, é mais um empreendimento ligado a interesses exclusos da sociedade e tenta ser viabilizado por influências de famílias coronelistas da região, mediante um Estado latente para com a história e o respeito ao povo Kalunga.

No site do evento: link

VISITA 12. SÍTIO PÉ NA TERRA – COM PERNOITE

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Núcleo Rural Pipiripau II, Planaltina DF
Dia da visita: 16/09 a 17/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h do dia 16/09 Retorno: Ulisses Guimarães – 11h do dia 17/09
Quilometragem ida e volta: 130 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Temáticas da visita: 1. Conservação e Manejo da Sociobiodiversidade e Direitos dos Agricultores e Povos e Comunidades Tradicionais; 2. Agroecologia e resiliência socioecológica às mudanças climáticas e outros estresses; 3. Estratégias Econômicas em Diálogo com a Agroecologia
Atividades da visita: – Caminhada na propriedade: área protegida do produtor de água, visita de nascentes em recuperação, visita da mata ciliar, visita das agroflorestas e das áreas de produção orgânica; – Plantio de 80 árvores nas agroflorestas; -Explicações técnicas da integração das áreas das propriedades, dos corredores ecológicos, da fauna e da flora; – Explicações da integração social a nível local. Criação da APROSPERA e do empoderamento da comunidade através dos mutirões, das CSAs e das ações coletivas; – Deslocamento até o sítio Madre Terra do assentamento Oziel Alves II (Dorvalina e Pedro). Tem agroflorestas, a contação da historia da CSA; – Plantio de 40 árvores; – Incluso café da manhã almoço e lanche reforçado;
O participante deverá trazer: – Chapéu, roupas compridas, sapato fechado (bota/botina) e alegria. – Cada participante contribuirá com as tarefas organizacionais (pratos/talheres, louça, etc…) – Para o alojamento, os participantes precisam trazer suas toalhas e lençóis.
VALOR R$ 100,00

Nota sobre a visita

A experiência que está acontecendo nesta Região do Distrito Federal tem sido motivo de intenso olhar pelos Órgãos do Distrito Federal e também pelo Governo Federal  (EMBRAPA/EMATER/SEBRAE/SEAGRI/SEMA/entre outros)  em razão da importância hídrica do rio Pipiripau que abastece as cidades de Planaltina e Sobradinho. Desde 2015, a Associação dos Produtores Agroecológicos do Alto São Bartolomeu incentiva agricultores dos Núcleos Rurais Pipiripau, Taquára e do Asentamento Oziel Alves II a fazer a transição agroecológica no intuito de produzir alimentos orgânicos, proteger os solos e melhorar a quantidade e a qualidade da água.

Através de tecnologias sociais como o mutirão semanal e a implantação de 8 Comunidades que Sustentam a Agricultura (CSA), constatamos que a sociobiodiversidade, as agroflorestas e a solidariedade aumentaram consideravelmente. Nossas soluções são facilmente replicáveis e accessíveis a todos.

O plantio de compensação ambiental das emissões de carbono do congresso pretende-se ser realizado nesta experiência, nas propriedades que serão visitadas.

No site do evento: link

VISITA 11. CENTRO DE EDUCAÇÃO POPULAR E AGROECOLOGIA GABRIELA MONTEIRO (MST)

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Brazlândia DF
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno: Ulisses Guimarães – 17h:30min.
Quilometragem ida e volta: 130 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Temáticas da visita: 1. Políticas Públicas e Conjuntura 2.  Juventudes e Agroecologia 3. Campesinato e Soberania Alimentar 4. Construção do Conhecimento Agroecológico 5. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica 6. Agrotóxicos e Organismos Geneticamente Modificados
Atividades da visita: – Recepção e apresentação; -Reforma Agrária Popular; – Método pedagógico MST; – Princípios de SAF’s ; – Planejamento do plantio de SAF – Mutirão de Plantio no SAF do assentamento;
O participante deverá trazer kit militante: – Os participantes devem trajar vestimentas adequadas para mutirões ao ar livre, como sapatos fechados, calça comprida, usar chapéu ou boné, etc. – Utensílios para a alimentação (prato, talher e copo); – Bloco de anotações e canetas;
VALOR R$ 90,00 – Incluso café da manhã, almoço e lanche;

Nota sobre a visita

Agroecologia e Reforma Agrária são dois temas intimamente relacionados. Apesar da produção atual de comida ser suficiente para alimentar toda a humanidade, uma em cada sete pessoas no mundo passa fome, segundo informações do Relatório anual da agência da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Nesse mesmo contexto, no Brasil menos de 1% dos proprietários agrícolas possui 45% da área rural do país. Os dados nos mostram que tão concentradas quanto a terra do agronegócio, estão também a distribuição e o acesso à alimentação em nível global.

Esse cenário de crise alimentar pede a urgência de uma alternativa que não se limite apenas à produção, mas atente para problemas sociais estruturais.É nesse contexto que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, ao construir o seu programa de Reforma Agrária Popular propõe um modelo de produção baseado na agroecologia, consolidando o papel crucial dos assentamentos na produção de alimentos saudáveis, em larga escala e a preços justos, para alimentar a população brasileira e assegurar a autonomia da agricultura familiar e camponesa.

No site do evento: link

VISITA 10. SÍTIO ARAÚNA – AGRICULTURA FAMILIAR E POLÍTICAS PÚBLICAS

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Jardim Morumbí DF-128 Planaltina DF
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno: Ulisses Guimarães – 14h
Quilometragem ida e volta: 100 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Responsáveis: Gesinilde Radel
Temáticas da visita: 1. Políticas Públicas e Conjuntura 9. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica 12. Estratégias Econômicas em Diálogo com a Agroecologia
Atividades da visita: – Roda de conversa; – Circulação pelas áreas de produção; – Sistemas integrados de produção; – Pesquisa-ação na agricultura familiar;
O participante deverá trazer: – Roupas adequadas (chapéu, bota, etc); – Garrafa de água; – Caderno para anotações.
VALOR: R$ 95,00 – Incluso café da manhã, almoço e lanche;

Nota sobre a visita

Um dos desafios para o desenvolvimento de sistemas Agroecológicos é contemplar as diversas dimensões da sustentabilidade, principalmente em pequenas propriedades. Temos tecnologias e estratégias econômicas adequadas? Como uma família deve se organizar para produzir? como as políticas públicas podem contribuir com a agricultura familiar agroecológica? Como a Agroecologia pode entrar na vida das famílias e transformar a realidade dos agricultores? O Sítio Araúna tem 2 hectares e vem prosseguindo pela Transição Agroecológica com profundas mudanças da base produtiva, econômica e social.  Transformou-se em referência regional como pequena propriedade rural de base Agroecológica e demonstrou como a adoção dos princípios da Agroecologia apoiada por políticas públicas pode promover uma digna, cidadã e ecológica permanência do homem no espaço rural.

Alegria, simpatia, pensamento no próximo e no planeta, um sistema biodiverso, produtivo e rentável é o que poderemos observar no Sítio Araúna.

No site do evento: link

VISITA 9. FAZENDA MALUNGA – PECUÁRIA LEITEIRA ORGÂNICA

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Núcleo Rural Lamarão PADF-DF
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno: Ulisses Guimarães – 15h
Quilometragem ida e volta: 160 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 25
Responsáveis: Aguinar Santos
Temáticas da visita: 9. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica
Atividades da visita: – Rodas de conversa; – História da Fazenda Malunga; – Visita aos sistemas integrados de produção; – Pecuária leiteira orgânica;
O participante deverá trazer: – Roupas adequadas (chapéu, bota, etc); – Garrafa de água; – Caderno para anotações.
VALOR: R$110,00 – Incluso café da manhã e almoço;

Nota sobre a visita

A pecuária leiteira orgânica conduzida na Fazenda Malunga tem seu planejamento guiado pela busca de qualidade na produção de leite e laticínios, bem como pela adoção de técnicas produtivas que propiciem uma produção economicamente viável, ecologicamente adequada e socialmente justa.  Além dos animais serem criados de forma saudável, sem a utilização de antibióticos, hormônios, vermífugos, promotores de crescimento, estimulantes de apetite, ureia e demais aditivos não autorizados na produção orgânica, é necessário que o criador esteja compromissado com a preservação ambiental e proporcione adequadas condições de trabalho aos trabalhadores.

É uma busca incansável de qualidade e sustentabilidade do sistema produtivo, que tem na integração com a produção vegetal orgânica um dos importantes componentes do sistema.  Diversas técnicas de produção orgânica são utilizadas, que vão desde a busca por genética adequada, manejo ecológico das enfermidades, da alimentação e das pastagens. Os visitantes poderão dialogar com os proprietários ou empregados a respeito do mercado, das técnicas produtivas, suas dificuldades e avanços.

Há 28 anos, a Malunga é referência em orgânicos no Distrito Federal. A origem do nome vem do dialeto africano, onde Malunga significa companheiro, irmão. Outro sentido seria de reunião em torno de algo bom.

No site do evento: link

VISITA 8. AGROFLORESTA – SÍTIO SEMENTE E SÍTIO RAÍZ

Nota sobre a visita

As agroflorestas do Sítio Semente e Sítio Raiz apresentam uma agricultura que potencializa e viabiliza a regeneração dos ecossistemas florestais, uma vez que as roças são implantadas objetivando a sintonia entre a estratégia da natureza para o enriquecimento sistêmico de sua biodiversidade e as demandas das populações humanas por alimentos e recursos distintos.

Com alguns anos de trabalho, é notório que a área dos sítios retrata uma ilha de fertilidade em meio a uma região bastante degradada. A partir disso, torna-se imprescindível a reflexão sobre o protagonismo do(a) agricultor(a) quanto à transformação da escassez de recursos para a gradual construção da abundância.

Essa visita técnica demonstrará o exercício cotidiano da ciência comprometida com a ecologia e aplicada à produção agrícola. Aos(às) visitantes será dada a oportunidade de conhecer e dialogar sobre esses processos transformadores no campo cujos impactos transgredem as fronteiras físicas com as cidades e expandem as fronteiras do saber.

Local de saída: Centro de Convenções Ulisses Guimarães Local da visita: Rua 23, Lago Oeste
Dia da visita: 16/09 Saída: Ulisses Guimarães – 7h Retorno: Ulisses Guimarães – 14h
Quilometragem ida e volta: 85 km
Quantidade mín. de participantes: 20 Quantidade máx. de participantes: 60
Responsáveis: Sofia Carvalho
Temáticas da visita: 3. Juventudes e Agroecologia; 5. Construção do Conhecimento Agroecológico; 6. Campesinato e Soberania Alimentar; 8. Agroecologia e resiliência socioecológica às mudanças climáticas e outros estresses; 9. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica; 12. Estratégias Econômicas em Diálogo com a Agroecologia;
Atividades da visita: Visitação aos sistemas agroflorestais sintrópicos do Sítio Semente e Sítio Raíz guiada pelo agricultores Juã Pereira e Rômulo Araújo – Explicação dos princípios e práticas da agricultura sintrópica
O participante deverá trazer: – Roupas adequadas para transitar por entre as roças (chapéu, bota, etc) – Garrafa de água – Caderno para anotações
VALOR R$ 105,00 – Incluso café da manhã e almoço;

No site do evento: link