#AT24 – Apresentação oral de trabalhos

Presentación oral de trabajos

Dia 12 | 17h00 – 18h30 | VÁRIAS SALAS | #Agroecologia2017

Programação das Sessões das Apresentações Orais – Salão Veredas
Sente-se na mesa com o tema do seu interesse.
SESSÃO 1: DIA 12, 17:00 – 18:30

MESA

TEMAS

1

Agroecologia e educação do campo: experiências para uma articulação necessária.

Registros de campo durante a transição agroecológica na unidade de produção camponesa Recanto Agroecológico Primavesi, Cantagalo/PR, Brasil.

2

Cuidando do tauahu: o trabalho dos agentes ambientais indígenas da aldeia Kumarumã sobre a preservação do tracajá para as próximas gerações.

Bem viver e agroecologia na comunidade indígena Guarani Kaiwá.

3

Sítio Jabuti: uma experiência de vida sustentável

Sítio Mãe Natureza: Uma experiência em Permacultura e Ecologia Profunda. Alunos licenciatura campo Roraima.

4

Grupo agroecológico e cultural Balanço do Coqueiro: Por uma identidade da juventude rural.

Envolver os jovens com vídeo.

5

Experiência de sustentabilidade, soberania alimentar e educação do campo na Propriedade Agroecológica Schiavon (PAS). – RS.

A fazenda Carinhosa e a Agroecologia

6

Estrategia de resistencia de las agricultoras frutícolas de Río Negro, Argentina frente a un conflicto político-territorial.Mulheres agricultoras.

Dona Nénem, a história de resistência e luta de uma agricultora.

7

Educação ambiental e agroecologia na Escola Estadual Maria Amélia do Espírito Santo, Manaus-AM

Escola Otto Becker: Uma vivência educativa e ecológica.

8

Rescate de tecnologías ancestrales agroecológicas para la soberanía alimentaria en comunidades indígenas de Yucatán, México.

Relatos de Experiências Agroecológica dos Puyanawa.

9

Agroecologia nas escolas do campo. A experiência da escola municipal Eldorado em Sidrolândia Mato Grosso do Sul.

Produção agroecológica de café fortalecendo a permanência de jovens no campo.

10

Projeto de Implantação da Horta Comunitária na FMUSP: experiência de quatro anos.

Da prática à Teoria: Como a experiência de produção Agroecológica no Campus da UFMT, Cuiabá-MT vem transformando os espaços e as pessoas.

11

Contribuição da prática Agroecológica e Biodinâmica: O Sítio Mãe Terra no Assentamento Bela Vista, Iperó, SP.

Sistema agroecológico de produção orgânica (SAPO): agroecologia para além da produção.

12

Fortalecimento da área de produção alimentar através de plantas indicadoras.

Alho orgânico: inovação da cultura na bacia do rio Grande.

13

Recuperação de nascentes e irrigação de sistemas agroflorestais através de calhas de escoamento de lagos, Sítio Raízes, Santa Rita (BR-116), Teresópolis, Rio de Janeiro, Brasil.

Estufa Ecológica de Bambu.

14

A reinvenção do entrudo e sua resistência como manifestação cultural da comunidade de Boca de Várzea.

Fazenda Madeira: Modo de vida sertanejo, por uma vida sem veneno.

15

A barraca da agricultura familiar como incentivo para a agricultura ecológica.

Associativismo para o fortalecimento da agroecologia e agricultura familiar.

16

O saber que cura: entre a medicina tradicional e a experiência de cura pela natureza.

Agrossilvicultura São Cosme e Damião: uma experiência de vida na floresta atlântica.

17

Experiências em produção orgânica no Amazonas, o caso do Sitio Ouro Verde.

Agricultura Camponesa: o jeito de ser, viver e produzir no ‘Sítio Agroecológico Olho d’água’.

18

Desafios e oportunidades na formação profissional do Agricultor.

Nascer e Crescer na Onda do Meio Ambiente.

19

Trabalho em mutirão: a experiência do “trio agroflorestal” do Assentamento Sepé Tiaraju.

A Rede Sementes da Agroecologia no Paraná (ReSA).

20

Agroecologia, Vida e Esperança: A Luta de Duas Mulheres Pela Transição Agroecológica.

Grupo de Mulheres Extrativistas Filhas da Terra.

21

Entre bichitos: una experiencia emancipadora desde la educación formal en Casavalle.

Quintais urbanos – Canteiros de Bem-viver.

22

Neo-rurais em transição agroecológica: a experiência do Coletivo Ariramba (Espírito Santo do Pinhal – SP).

Roots Ativa – Agroecologia no Aglomerado da Serra.

23

Experiencia de AGROECODES (agroecologia y desarrollo sostenible).

Relato de Adão – Resiste Izidora.

24

Festa do Mangue do Cumbe/ Aracati-CE: uma experiência agroecológica em áreas de manguezais.

Quilombo do Cumbe e Casa Maré das Artes: práticas tradicionais e cultura do povo do Mangue do Cumbe/Aracati-CE.

25

Produção Orgânica pelos Agricultores Familiares da Associação Rural do Assentamento Retiro- ARAR no município de São Sebastião do Passé-BA.

Produção Orgânica pelos Agricultores Familiares da Associação Rural do Assentamento Retiro- ARAR no município de São Sebastião do Passé-BA.

Relato:

Dia 12 Sessão 1 – 17h Turno 1

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 1

Planejamento e sistematização, autonomia, decisão.

Mesa 02

Ação concreta que partiu da comunidade, valorização do conhecimento tradicional, resistência dos povos indígenas.

Mesa 03

Partilha de experiências em diferentes regiões, perceber a mudança no consumo, a partir de uma vida mais saudável.

Mesa 4

Construção da identidade dos jovens do campo, organização da juventude rural para permanecer no campo.

Mesa 05

Prendemos que a sensibilidade e a tomada de consciência faz com que o agricultor procure uma produção saudável, que vai favorecer a si próprio, sua família e outros que venham a consumir os alimentos e a socialização /disseminação da prática.

Mesa 6

De acordo com as experiências apresentadas, concluímos que é de extrema importância à construção de uma rede de fortalecimento da Agroecologia para a resistência Intergeração – o conhecimento agroecológico que tem revolucionado desde os anos 80 a atualidade, luta!

Mesa 9

Estratégias para permanência dos jovens no campo, importante ensinar além do conhecimento da realidade, a importância da escola do campo como um espaço crítico e de formação e fortalecimento dos jovens no campo, soluções inovadoras quando se envolve e valoriza os saberes da comunidade;

Realidades diferentes, problemas comuns.



Mesa 11

O sistema agroecológico de produção orgânica – SAPO, instalado no assentamento João Batista no município de Castanhal – PA, é uma forma de resistência que deve ser multiplicada para o fortalecimento da agroecologia.

Mesa 13

Tecnologia de baixo custo, substituição de insumo/redesenho do agroecossistema.

Mesa 14

A importância da perseverança no campo da produção agroecológica, articulação da cultura nas relações sociais e produção das identidades, a importância das manifestações culturais como formação da identidade camponesa.

Mesa 15

Venda direta e comércio feiras de forma coletiva grupo fortalece o agricultor pela agregação de valor, venda conjunta colaborada com infraestrutura (barraca, transporte).

Mesa 16

Aprendizado de remédios naturais, a importância de resgatar os saberes ancestrais de cura pela natureza, a partir dos fitoterápicos e também compartilhar esses aprendizados, de modo que a sociedade esteja cada vez mais ciente da importância da natureza de forma geral, que portanto precisamos estar atentos quanto aos cuidados com a mesma, a entrada de saberes populares na universidade e na vida das pessoas que buscam outras formas de ver a saúde.

Mesa 17

Organização social de trabalho através da associação, desafio da produção de alimentos saudáveis sem uso de agroquímicos, resgate do conhecimento popular ou tradicional, troca de experiências.

Mesa 19 e 20

Importância da juventude para a permanência no campo e continuidade da agroecologia, resgate da condição do humano e troca de saberes, preservação das sementes e interação entre bancos e casas de sementes criolas.

Mesa 21

Importância do empoderamento através da agroecologia.

Mesa 22

Como o êxodo urbano pode contribuir para o desenvolvimento rural sustentável.

Mesa 23

Sistema agroecológico de produção de soja orgânica, Integração da produção agrícola e pecuária orgânica, Resistência dos camponeses em defesa das suas terras.

Mesa 24

Realizar a articulação da pesquisa com a iniciação a docência na sala de aula.

Mesa 25

O sistema participativo de garantia fortalece o associativismo e a roca de experiência entre os agricultores, com o passar dos anos e, principalmente, após a revolução verde agricultores familiares foram perdendo suas tradições com o avanço do conhecimento agroecológico eles tem recuperado e/ou retomado seus saberes.

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 01

Cuidado do bem-comum;

Envolvimento de todos;

Organização pessoal.

Mesa 02

Não desistir;

Trabalhar em parcerias com as escolas indígenas;

Resgatar as práticas de alimentação tradicional indígenas.

Mesa 03

Conhecer e pesquisar a relação entre as espécies;

Pensar sobre a transição agroecológica.

Mesa 04

Protagonismo da juventude.

Mesa 05

Contagiar, sensibilizar e compartilhar experiências.

Mesa 06

Aumentar as trocas de experiências entre países Latinoamericanos, melhorando a cooperação e comunicação.

Mesa 07

Contaminação da biodiversidade;

Divulgar em rede todos os agrotóxicos mais danosos na contaminação de toda a cadeia alimentar.

Mesa 08

Monitorar presença de resíduos de fertilizantes químicos, defensivos químicos em humanos.

Mesa 09

Transformar a matriz educativa pedagógico das redes de educação das redes de educação com a inserção da Agroecologia; Fazer um plantio consorciado pode ter uma produção diversificada.

Mesa 11

Estreitar os laços entre as universidades e as experiências no assentamento João Batista (Castanhal, Pará);

Proliferar a ideia do Sistema Agroecológico de Produção Orgânica.

Mesa 12

Estudar, pesquisar, sistematizar e socializar a pesquisa na comunidade.

Mesa 13

Tecnologias fáceis de serem replicadas.

Mesa 14

Compreensão de que o resgaste de tradições culturais é importante para entendermos as origens de tradições culturais atuais;

A relevância de representar o campo de maneira valorizada e afirmar os princípios da agroecologia;

Mesmo com dificuldades inerentes aos ecossistemas é possível viver da terra, adaptando-se e prosperando.

Mesa 15

Atuar plantando a semente de agroecologia, incentivando a retomada da cultura camponesa;

Irei incentivar mais agricultores a participarem/certificarem pelo sistema participativo de garantia!;

Buscar grupos de comércio (feiras, venda direta etc).

Mesa 16

Buscar maior conexão com a natureza para além de ganhar autonomia sob o meu corpo, produzir meus próprios remédios;

Conhecer saberes ancestrais de outros locais;

Acreditar na cura através dos remédios naturais.

Mesa 17

Uso de leguminosas na compostagem;

Repelente de insetos nos cultivos;

Evitar queimadas;

Cobertura verde no solo;

Fortalecer e incentivar a produção orgânica junto aos agricultores.

Mesa 18

Descobrir o caminho das nascentes dos aquíferos e ondes eles desaguam;

Concentrar as informações  e pesquisas em um só lugar onde estejam disponíveis para quem queira usar;

Apoiar legislações que identifiquem o uso de agrotóxicos e outros químicos e gerem tributação de alimentos com os mesmos;

Rotulação das OGMs.

Mesa 19 e 20

Não utilização de sementes dominadas pelas grandes transnacionais;

Valorizar a juventude;

Não abandonar o campo, pois ele é espaço de vida.

Mesa 21

Quando a organização social e a agroecologia gerar soberania não esquecer de também cobrar políticas pública;

A geração de renda da agroecologia das comunidades não podem ser o único fim.

Mesa 22

Neoruralismo como meio de dignificar a vida no campo.

Mesa 23

Intercâmbios de experiências de camponeses entre Brasil e Colômbia e organização das famílias da associação.

Mesa 24

Complexificar a noção de cultura, combatendo o pensamento reducionista e simplificador que busca colocar a cultura na periferia do debate. O alimento é 100% biológico e 100% cultural, sem subordinar ou hierarquizar uma dimensão a outra;

Encampar a luta da comunicação como direito associado ao direito humano à alimentação;

Fortalecer a aprovação do Pronana.

Dia 12 Sessão 1 – 17h Turno 2

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 10 e 18

Necessidade de espaços verdes em ambientes urbanos;

Adaptação às dificuldades e falta de recursos;

Boas ideias geram projetos que mudam a consciência coletiva.

Mesa 14

O importante é que o agricultor usou sua história de luta e resistência para melhorar a sociedade onde vive e nunca desistiu de viver no campo, além de encorajar as outras famílias;

Que a cultura, assim como atividades de subsistência é crucial para a integração das famílias e fortalecimento dos vínculos entre camponeses.

Mesa 16

Importância do trabalho em família;

A riqueza da biodiversidade;

A abundância da cura integrada.

Mesa 21

Como as práticas de cura não acontecem se as plantas não estão ali;

A manutenção da cultura pelos quintais e práticas de cura no ecofeminismo.

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 01

Valorização da mulher camponesa;

Priorizar a renda não monetária;

Trabalhar melhor o registro e a sistematização.

Mesa 03

Buscar estratégias de multiplicação do conhecimento.

Mesa 04

Levar mais aceitação do café orgânico para o bem viver;

Dar mais visibilidade ao que a juventude agroecológica faz no campo.

Mesa 05

Colocar em prática os ensinamentos populares, aliando a população do campo com os ensinamentos da academia.

Mesa 06

A importância do intercâmbio para conhecer nossas histórias;

Procurar conhecer mais à respeito das tradições, culturas e projetos que temos em todo o Brasil e países vizinhos;

A natureza tem todas as respostas, basta simplesmente escutá-la.

Mesa 09

Procurarei trabalhar em conjunto com a natureza e com toda comunidade;

Práticas de convivência no meio rural.

Mesa 10 e 18

Doação de árvores para crianças acompanharem o desenvolvimento e criar consciências das mesmas;

Utilizar a produção das hortas urbanas como moeda de troca;

Desenvolver hortas urbanas;

Mesa 12

Observar a importância da utilização dos “bens locais”.

Mesa 13

Uso racional de matérias primas.

Mesa 14

Com esse aprendizado buscaremos com certeza – levar o resgaste à cultura para nossa comunidade e transmitir a riqueza que traz a identidade cultural dos povos;

Valorizar os sujeitos camponeses e suas histórias de superação e enfrentamentos ao sistema hegemônico.

Mesa 16

Valorizar e dar visibilidade às iniciativas alternativas;

O amor cura profundamente

Fortalecer as redes solidárias

Mesa 21

Indissociabilidade da independência e da luta por direitos;.

Envolvimento da Juventude;

O caminho é pelas plantas

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