#AT60 – Apresentação oral de trabalhos

Presentación oral de trabajos

Dia 13 | 16h30 – 18h00 | VÁRIAS SALAS | #Agroecologia2017

Programação das Sessões das Apresentações Orais – Salão Veredas
Sente-se na mesa com o tema do seu interesse.
SESSÃO 2: DIA 13, 16:30 – 18:00

MESA

TEMAS

1

Desafios das estratégias de comercialização de alimentos agroecológicos: um relato sobre a feira Da roça pra mesa: alimentos saudáveis.

Rede de Prossumidores Cooperando com a Transição Agroecológica: Uma Experiência da Rede “Mãos à Horta”, em Rio Pomba – M.G.

2

Banco Ativo de Germoplasma de Tomateiro da UTFPR – Câmpus Pato Branco: Base para a Introdução ao Cultivo Agroecológico de Tomateiro de Polinização Aberta na Região Sudoeste do Paraná.

Feira de sementes e mudas: Intercâmbio de conhecimento e fortalecimento da agricultura familiar do Extremo Oeste de Santa Catarina.

3

A contribuição do PIBID Diversidade no desenvolvimento da Educação do Campo e Agroecologia, nas escolas do campo em Manoel Vitorino, Bahia, Brasil.

Ensinando olericultores a identificar e manejar agroecologicamente a antracnose foliar da cebolinha.

4

Redes de cidadania agroalimentar: O caso das células de consumo responsável em Florianópolis-SC.

Hoje tem paneiro cheio”: apontamentos sobre uma ação de comercialização de produtos orgânicos no Nordeste paraense.

5

Interdependências positivas como facilitadoras do manejo e do emprego da mão de obra familiar, uma experiência no Maranhão.

Iniciación Profesional: de la Teoría a la Práctica Agroecológica.

6

Feira da Agricultura Familiar: Diálogos de Saberes e Sabores.

Feira da agricultura familiar na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro: relato de experiência da construção de um espaço de integração entre agricultores locais e a comunidade acadêmica.

7

Farm Experience Internship: contribuições metodológicas para uma educação libertadora e agroecológica.

A extensão universitária em agroecologia: um diálogo entre direito e agriculturas.

8

Pesquisadores e Agricultores na busca de respostas científicas e seu efeito na mudança de paradigmas.

Indicadores de impacto de sustentabilidade da manutenção de polinizadores em sistemas de produção agroecológico no Agreste e no Semiárido Paraibano.

9

Metodologia participativa da árvore dos sonhos para interrelação de diferentes juventudes do campo.

Manifestaciones religiosas asociadas a la agricultura como parte de la cultura andina merideña en Mérida-Venezuela.

10

Criterios combinados para caracterizar las estrategias de medios de vida de productores agroecológicos de la Amazonía boliviana.

La extensión solidaria como estrategia académica para fortalecer la agricultura familiar agroecológica en el Valle del Cauca, Colombia.

11

Hacia el desarrollo de la producción ovina agroecológica en la Región Metropolitana uruguaya. Una experiencia de articulación y construcción de conocimiento agroecológico.

Estaciones artesanales en el monitoreo de factores hidroclimáticos y su contribución a la adaptación climática y transición a la agricultura ecológica de la asociación ASOFRUTEREOS en Trujillo-Valle.

12

Análise da viabilidade econômica da unidade de produção agroecológica dos frutos da juçara (Euterpe edulis Mart.) na Comunidade do Sertão do Ubatumirim – Ubatuba, SP.

A apropriação capitalista do discurso da agroecologia.

13

O processo de implantação de um sistema agroflorestal para a produção agroecológica de alimentos em um assentamento de reforma agraria.

Diálogo de Saberes em rede para o desenvolvimento de Sistemas Agroflorestais Agroecológicos no Sul do Brasil.

14

A força dos guardiões: pesquisa participativa com as Sementes da Liberdade em Sergipe.

Divulgação e discussão de pesquisas científicas para a valorização da agrobiodiversidade e do conhecimento tradicional da agricultura familiar do Extremo Oeste Catarinense: Experiências do I ENAOC.

15

Banheiros secos da UFRRJ; Poupando água, produzindo adubo e ensinando sustentabilidade à baixo custo.

Projeto EDUTEC-ÁGUA: gerenciamento sustentável – saúde, educação e remediação.

16

Estratégias sociais e ecológicas dos agricultores familiares frente às mudanças climáticas em Lagoa do Itaenga – PE.

Resiliencia a los cambios climaticos en los sistemas agroecologicos territorios, estrategias campesinas.

17

Desempenho de batata-doce em sucessão ao milho e leguminosas.

Unidades demonstrativas: diversificando com batatas orgânicas.

18

Conflitos entre a monocultura e o cultivo de hortaliças na agrovila Paraíso do Rio Preto, município de Vila Rica – MT.

Desenho e manejo de sistema agroflorestal sintrópico no Instituto Refazenda, Secretário, Petrópolis – RJ, Brasil.

19

Fórum de combate ao uso de agrotóxicos na região de Alfenas: relatos de experiências de um projeto de extensão universitária.

Curso de extensão sobre saúde do solo para agricultores em situação de risco pelo uso de agrotóxico.

20

Circuito cultural: transgênicos em debate.

Circuitos biofísicos y perspectivas de productos agroecológicos de la asociación.

21

Cromatografia de Pfeiffer como ferramenta para apoiar processos de conversão agroecológica em contextos de degradação ambiental no Amazonas.

Aproximación inicial al análisis del equilibrio ambiental de predios rurales productivos beneficiarios de los proyectos del PCIS-UNIMINUTO usando la metodología del aplicativo FINCAS.

22

Horta econômica: uma tecnologia social de Convivência com o Semiárido.

A internet no fortalecimento do turismo agroecológico na agricultura familiar – o caso da Acolhida da Colônia/SC.

23

Indicadores agronômico/ecológico e de solo na avaliação de sistemas agroflorestais assistidos pelo projeto Florestação no estado do Ceará.

Indicadores locales de diversidad vegetal y edáfica en agroecosistemas de Guacarí, Valle del Cauca, Colombia.

24

Programa de melhoramento genético de tomateiro: obtenção de variedades adaptadas ao Sudoeste do Paraná.

Impactos dos Agrotóxicos nas Abelhas.

25

As experiências de Educação em Agroecologia no Brasil: diálogos a partir do II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia (II SNEA).

Resilience and agricultural systems – lessons from the field: Brazil, Ethiopia, Kenya, and Uganda.

Relato:

Dia 13 Sessão 2 – 16h30 Turno 1

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 01

Ações para maior integração dos consumidores nas feiras agroecológicas;

A importância da conscientização do mercado consumidor para viabilizar projetos de transição agroecológica;

Resgate dos valores não monetários,

Valorização da estratégia familiar;

Formação interdisciplinar.

Mesa 02

Dialogo com outras áreas: critérios para seleção, valorização da estratégia familiar e resgate dos seus valares não monetários.

Mesa 03

Importância de compartilhar conhecimentos com agricultores familiares e estudantes;

A partir de princípios agroecológicos é possível não depender de recursos externos e garante a segurança alimentar.

Mesa 04

Criar estratégias de novos arranjos que favoreçam a comercialização;

Promover inovações e construções sociais dos mercados;

Valorizar a aproximação entre consumidor e produtor;

Possibilidades de viver no campo e transformar sua realidade.

Mesa 05 e 07

Integração e interdisciplinaridade das ações;

Perceber a agroecologia na prática;

Metodologias participativas;

A valorização do agricultor como professor.

Mesa 06

Forte contato com a comunidade ao redor da universidade e integração dos discentes em trabalhos práticos de alto impacto social;

A UFRRJ está permitindo que projetos como a feira orgânica possa ser financiada e gerar grande auxílio aos produtores da Seropédica;

Ver a agricultura permeada em diversos ambientes e situações sociais;

É necessário estarmos sempre unidos, à favor das lutas das terras. E nos lembrar sempre das gerações futuras é sempre importante;

A atenção sobre os compromissos sociais, ecológicos das experiências;

O trabalho voluntário sem recursos econômicos;

Histórias comuns em distintas regiões;

O acesso a terra para produzir os alimentos.

Mesa 09

União entre os movimentos sociais e comunidades para o desenvolvimento sustentável;

O resgaste da juventude para a agricultura e a valorização das ações místicas;

Conservação do patrimônio genético e das sementes nativas;

O envolvimento dos jovens nas decisões e construção comunitária;

O trabalho em conjunto com a natureza.

Mesa 10

Troca entre o meio acadêmico e comunidades;

As comunidades estão se articulando mais com as universidades por intermédio da Agroecologia;

Temos que levar em conta a pluridiversidade do território.

Mesa 11

Trabalho participativo em comunidades como mecanismos para resolver problemas pontuais e concretos;

Articulação de multi atores como impulsor de processos agroecológicos;

Formação técnica com foco na Agroecologia contextualizada por meio da metodologia educação no campo;

A importância da organização popular e da educação do campo na Agroecologia.

Mesa 12

Importância das ilhas de resistência agroecológica frente ao avanço do agronegócio;

Ações cotidianas tidas como prática de rebeldia;

A possibilidade de utilizar as potencialidades “endógenas” para construir e estratégias de produção;

Uso da mandicuera (subproduto da mandioca) como adubo, fertilizante e inseticida;

Mesa 13

Observar a natureza e interagir com ela.

Mesa 14

Dinâmica da devolução de resultados de pesquisa junto aos camponeses;

Importância do despertar nos camponeses e o valor das suas sementes;

Simbologia que a semente crioula tem para o camponês, que envolve amor e semente.

Mesa 15

Água é vida;

É mais barato não contaminar que descontaminar;

Os impactos são anti-democráticos...os pobres pagam!

Mesa 16

Reflorestamento sustentável;

Cuidado e preservação da água.

Mesa 17

O melhor compartilhamento é o “conhecimento novo”, o qual é capaz de mostrar novas soluções às técnicas já existentes ditas “convencionais” e que de certa maneira agridem muito o meio ambiente;

Cultivos orgânicos se mostram eficientes tanto na produção líquida quanto a uma alternativa sustentável no século XXI, além de quebrar paradigmas.

Mesa 18

Que eu, quanto estudante, preciso levar conhecimento e assistência às comunidades, meu munícipio e ao redor.

Mesa 20

Pensar os sistemas produtivos desde as sementes até o consumidor final;

União das manifestações artísticas o meio acadêmico para promoção da Agroecologia;

Importância das redes sociais para gerar impactos positivos na Agroecologia.

Mesa 22

A partilha das experiências apresenta novos caminhos e soluções além de fortalecer as iniciativas de êxodo urbano.

Mesa 23

Avaliação pelo sistema dos indicadores.

Mesa 25

Resiliência como característica fundamental para sistemas agroalimentares e também para processos de construção do conhecimento agroecológico e trocas de saberes;

Descolonizar;

Precisamos lutar para conquistar mais espaços de educação em Agroecologia nos currículos de cursos.

Mesa 26

Na natureza a riqueza vem do equilíbrio e não do excesso!

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 01

Promover ações para maior integração dos consumidores a proposta agroecológica.

Mesa 04

Fortalecimento da identidade local;

Buscar ampliar a rede.

Mesa 05 e 07

Dar visibilidade as pequenas experiências, potencializa-las e expandi-las.

Encurtar as distâncias entre a academia e as ações populares;

Dar visibilidade e reconhecimento aos conhecimentos populares.

Mesa 06

Procurar licitação para prestar serviços;

Farei o meu trabalho de forma mais abrangente e com outras tecnologias sociais;

Estarei mais atento ao uso das tecnologias sociais.

Mesa 09

Incentivar o protagonismo de identificação campesina

Mesa 10

Respeito às comunidades: pluridiversidade, formas de vida para o viver bem, em harmonia com a mãe terra.

Mesa 11

Realizar diagnóstico de avanços e fraquezas em sustentabilidade;

Financiamento contínuo e sua importância

Mesa 14

Decisão junto aos agricultores das variedades que querem estudar;

Incorporar perguntas geradoras nas novas pesquisas juntos aos camponeses.

Mesa 15

Autoresponsabilidade;

Reconexão com o natural;

Pró-atividae para consolidação dos princípios ecológicos.

Mesa 16

Refletir as histórias individuais, estimulando a sistematização;

Fortalecer a ações com os sujeitos coletivos.

Mesa 17

Buscar novas técnicas que viabilizem a expansão e valorização da agricultura orgânica;

Estimular produtores a viabilizarem o manejo orgânico através de uma metodologia que reforce a sua importância para a sociedade e o meio ambiente.

Mesa 18

Levar o conhecimento para a minha comunidade, com relação aos produtos químicos e a valorização dos produtos orgânicos.

Mesa 20

Incorporar a arte na práxis da Agroecologia;

Buscarei conhecer mais experiências agroecológicas de outros países como, por exemplo, o Paraguai;

Utilizar as redes sociais como estratégias para a promoção da Agroecologia.

Mesa 22

Fortalecer as redes e outras iniciativas agroecológicas de êxodo urbano.

Mesa 23

Diminuir o número de indicadores

Mesa 25

Visitar mais roças e SAFs – ver e vivenciar o trabalho na terra, seus desafios e belezas;

Metodologias participativas na construção do conhecimento;

Vontade de mudança.



Dia 13 Sessão 2 – 16h30 Turno 2

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 01

Busca de parcerias;

Diversificar estratégias de divulgação e conscientização.

Mesa 03

Diante das discussões percebemos que há muita resistência quanto a manejo agroecológico, principalmente no Sul e no Norte, onde há muita discriminação, o aprendizado é contextualizar soluções que diminua essa resistência que aos poucos os princípios da Agroecologia sejam fortalecidos no Brasil;

Melhorar a qualidade de vida de todos.

Mesa 04

Inclusão d redes sociais para o circuito curto de comercialização;

Reconhecimento dos agricultores (as) e das experiências de circuitos curtos;

Avanços das redes alternativas de comercialização de norte a sul.

Mesa 06

Agrofloresta possibilita a restruturação ecológica, produção agrícola, soberania  alimentar e geração de renda;

Persistência na luta;

Importância da aproximação da academia com a comunidade.

Mesa 05 e 07

Os movimentos sociais são a base para a construção de uma educação para fortalecer a agroecologia no campo;

É importante o fortalecimento da visão do jovem para construir coletivamente com a própria família;

Identificação de experiências que são resilientes no semiárido.

Mesa 06

Fortalecimento da agricultura familiar a partir da extensão e educação diferenciada.

Mesa 09

Importância da valorização e resgaste da identidade dos jovens com o campo;

Aprendemos um esquema educativo superior que projeta a juventude no campo.

Mesa 11

Projetos que envolvem agricultores e instituições.

Mesa 14

Inserção da temática de sementes crioulas dentro dos Institutos Federais;

Importância da participação dos camponeses em todas as etapas de pesquisa com variedades crioulas.

Mesa 15

Agrotóxicos são uma grande ameaça à saúde pública. Precisamos repensar o uso da água.

Mesa 16

A importância da valorização e integração entre agricultores e meio ambiente;

Aprendi que as comunidades tem muito a nos ensinar sobre a agricultura e sobre a vida.

Mesa 17

Importância econômica e produtiva da cultura, mesmo com as dificuldades de cultivo com efeitos climáticos.

Mesa 18

Há expansão da monocultura e aplicações de agrotóxicos diariamente, impactando diretamente em uma pequena comunidade, sendo importante a discussão sobre esse tema;

A importância das espécies alimentares e medicinais para a comunidades distantes dos centros urbano.

Mesa 19

Os projetos de extensão precisam estar abertos às adaptações metodológicas resultantes do próprio processo de execução das atividades envolvidas;

Importância da articulação de atores para reduzir o uso de agrotóxico;

Viabilização dos riscos de agrotóxico para sensibilização.

Mesa 20

Quando menos pessoas com má intenção, mais fácil a gestão do trabalho;

Mesmo sendo pequeno se pode entrar em grandes mercados;

Aprendizados sobre a realidade do Paraguai e Equador.

Mesa 22

Aprendi que para o jovem ficar no campo são necessários 03 fatores: ter locomoção, acesso a comunicação e independência financeira;

A agroecologia é uma forma ecológica de lidar com a vida, produz economia e sustentabilidade.

Mesa 25

Valorização e construção do conhecimento agroecológico;

É possível produzi conhecimento e alimentos agroecológicos

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 01

Diversificar parcerias

Mesa 03

Formação de redes de experiências;

Estabelecer conexões para compartilhar experiências visando o fortalecimento.

Mesa 04

Fortalecer os modelos dos grupos de consumo responsável;

Buscar a expansão das iniciativas a partir da identidade local;

Articular as redes de comercialização de circuito curto no Brasil.

Mesa 05 e 07

Sistematizar as experiências de famílias agricultoras que são mais resilientes frente à seca;

Articular com os movimentos sociais e fortalecer as redes no meu território;

Apoiar mais a EFA do meu território para fortalecer a agroecologia e a visão camponesa.

Mesa 06

Não plantar brassica com árvores;

Valorizar e fortalecer a extensão universitária;

Valorizar as metodologias participativas/populares.

Mesa 09

Proporcionar o orgulho de ser campesino.

Mesa 11

Sistematizar e divulgar os trabalhos realizados com as comunidades, produtores e territórios.

Mesa 14

Estratégias de multiplicação e distribuição de sementes crioulas e áreas irrigadas para distribuir em áreas semiáridas;

Importância da participação do agricultor em todas as etapas de pesquisa com variedades crioulas

Mesa 15

Engajamento na luta contra os agrotóxicos.

Mesa 16

Levarei o relato mostrando a importância da agroecologia como desenvolvedora de vida;

Resgatar as histórias de vida dos agricultores da vida dos agricultores do município.

Mesa 17

Introduzir nas atividades de produção orgânica e sistemas integrados o cultivo de batata e apresentar como alternativa para sistemas de produtos;

Plantar batata doce.

Mesa 18

Adotar práticas que minimizem os impactos e à saúde;

Adotar a conscientização de máximas pessoas que conheço sobre este tema, onde poderá formar um grupo de discussão.

Mesa 19

A necessidade de formar parcerias;

Pensar de onde vem meus alimentos e procurar alimentos saudáveis.

Mesa 22

Projeto de articulação virtual para os agricultores familiares;

Vale a pena economizar água em todos os momentos do dia.

Mesa 25

Maior interação entre universidade e sociedade;

Lutar pela manutenção e fortalecimento dos núcleos de agroecologia nas UFs

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