#AT62 – Apresentação oral de trabalhos

Presentación oral de trabajos

Dia 13 | 18h00 – 19h30 | VÁRIAS SALAS | #Agroecologia2017

Programação das Sessões das Apresentações Orais – Salão Veredas
Sente-se na mesa com o tema do seu interesse.
SESSÃO 3: DIA 13, 18:00 – 19:30

MESA

TEMAS

1

Núcleo de Extensão e Pesquisa em Desenvolvimento Territorial (NEDET): uma experiência de construção de políticas de desenvolvimento sustentável no Território de Identidade do Vale do Jequiriçá, Bahia.

A experiência dos Núcleos de Extensão em Desenvolvimento Territorial (NEDETs) dos Territórios Rurais Prof. Cory/Andradina e Noroeste Paulista.

2

O Fórum de Entidades de Campo Alegre de Lourdes/BA: contribuindo na efetivação da participação social e na consciência ambiental.

Percepção coletiva sobre questões ambientais e sua relevância para transição agroecológica no espaço rural em Mucajaí, Roraima.

3

Vivência e práticas agroecológicas: um relato de experiência em assistência técnica e extensão rural em municípios do Recôncavo Baiano.

ATER agroecológica no estado da Bahia – uma política pública em construção.

4

Sem feminismo não há agroecologia: oficinas comunitárias e troca de saberes.

Vivências, lutas e a conquista da autonomia feminina na agroecologia: Relatos da produtora Elaine de Souza Martins Ahnert.

5

Asistencia a la transición agroecológica de sistemas productivos de Cuenca Laguna del Cisne, Canelones.

Fortalecimento da Agroecologia a partir da organização e metodologia da 2ª Conferência Nacional de Ater.

6

Dinâmicas da política de ATER nos marcos do cenário político no ano 2016 em Sergipe.

Política pública de acesso a mercados: a execução do PNAE em São José de Caiana-PB.

7

O uso de mapas mentais como metodologia para o desenvolvimento da transição agroecológica e da autonomia das mulheres rurais.

Mulheres e o planejamento do manejo florestal comunitário e familiar na Reserva Extrativista Verde para Sempre.

8

Mujeres, Agroecología, Economía Feminista y Solidaria. Una triple garantía para la Soberanía Alimentaria.

O papel da mulher no resgate e multiplicação e Sementes Crioulas no Sul do Mato Grosso do Sul.

9

O crédito rural e Mulher Flor do Campo: política pública acessada pelas mulheres do Sertão do Pajeú.

Importância das feiras agroecológicas para as mulheres e para a construção da agroecologia.

10

Empoderamento de Mulheres Agricultoras.

Pluriatividade do Papel da Mulher Camponesa na Comunidade Santa Luzia no Município de Ubajara-CE.

11

Cesta camponesa como estratégia da aliança campo-cidade por Soberania Alimentar.

Grupo de Alimentação Saudável (GAS): construindo caminhos mais curtos entre consumidores e produtores.

12

Hortas Agroecológicas sob linhas de transmissão de energia: dinâmica das organizações sociais na região Sul do município de Curitiba – PR.

Hortas urbanas coletivas na cidade de Bologna – Itália.

13

Programa Agriculturas Paulistanas: hortas e viveiros de comunidades da capital paulista.

Projeto hortas urbanas promovendo saúde e bem estar social.

14

Possibilidades de relações socioambientalmente mais justas no contexto urbano de uma metrópole.

Conflitos de poder em hortas urbanas: o caso da Horta das Flores.

15

Articulando Agroecologia e Justiça Ambiental com jovens camponeses do sertão central do Ceará: uma experiência no PRONERA/Residência Agrária Jovem.

A troca de saberes da juventude em um projeto de vivência agroecológica do IFG – Cidade de Goiás.

16

Fitoterapia Popular e Alimentação Saudável com um grupo de mulheres erveiras e a juventude local de Marudá-Pará.

Experiência da EFA- Escola Família Agrícola Ibiapaba na pedagogia da alternância em Agroecologia com jovens assessorados pelo CETRA.

17

Cultivando Saberes y Valores.

A caminhada com o ‘Pé n4 T3rr@’.

18

Curso de Agroecologia e Sustentabilidade no Cerrado oferecido pelo Centro UnB Cerrado/NASPA.

A promoção da Agroecologia pela arte no âmbito do Projeto Cine Arte das Flores.

19

La Senda Agroecologica en la Comunidad de San José de Galipan (Vargas) del Diagnostico Estatico al Analisis Situacional Colectivo y Dinamico.

Vida Campesina e Agroecologia na América Latina.

20

Interação com a natureza entre agricultores familiares do município de Serraria, brejo paraibano.

Pesca artesanal e agroecologia: uma aproximação a partir da soberania alimentar.

21

Feira da Produção da Reforma Agrária e da Agricultura Familiar – FEPRAF/JC: Relato de Experiência.

Campo 6 de Agosto. Una experiencia de producción con enfoque agroecológico en el espacio periurbano de Berisso, Buenos Aires, Argentina en articulación entre la Facultad de Ciencias Agrarias y Foresta.

22

Fortalecimiento a la soberanía alimentaria en la vereda puente palo, municipio de la cumbre valle del cauca.

Organização de famílias camponesas para multiplicação de sementes de milho crioulo como estratégia de soberania alimentar no nordeste paraense.

23

A ecogastronomia como uma nova possibilidade de garantia à segurança alimentar no modo de vida da comunidade Vila Nova Tatuoca (Cabo de Santo Agostinho – PE).

Quintais produtivos como estratégia de segurança alimentar urbana.

24

Criação do Sistema Virtual de Cadastro do Agricultor Urbano e Periurbano (SVCAUP).

Vínculos y potencialidades a partir de una estrategia de comercialización bajo el marco de la Agroecología y la Economía Social.

25

Os 19 Anos da Rede Agroecológica do Maranhão: Contribuições e Desafios.

A concepção de natureza: camponeses em transição agroecológica.

Relato

Dia 13 Sessão 3 – 18h30 Turno 1

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 01

A importante participação na universidade como vetor de desenvolvimento local, articulando e implementando ações.

Mesa 04

Entender a história oral como ferramenta de visibilidade e feedback por parte das mulheres;

A criação e fortalecimento de vínculos a partir de uma identidade comum de gênero;

Sistematizar e documentar todos os trabalhos/resultados como estratégia de manter vivas as memórias das protagonistas das pesquisas.

Mesa 07

Metodologias que visem a autonomia das mulheres;

Reconhecimento do papel das mulheres nas práticas agroextrativistas;

Emancipação para tomada de decisões.

Mesa 08

O resgaste do papel da mulher na conservação ambiental, genética e cultural.

Mesa 09

Importância da auto-organização das mulheres.

Mesa 10

O processo de capacitação das mulheres nas atividades com enfoque agroecológico levam as mulheres ao empoderamento individual e coletivo;

As atividades desenvolvidas pelas mulheres rurais precisam ser valorizadas e visibilizadas;

Para o processo de empoderamento das mulheres à renda monetária é determinante.

Mesa 11

Importância da extensão universitária com os movimentos sociais camponeses;

Importância das feiras universitárias no debate político agroecológico;

Sem movimento social organizado dificulta a distribuição de alimentos agroecológicos.

Mesa 12

A agricultura é muito mais que uma prática de plantar e colher. Ela funciona como um instrumento de inclusão social promovendo um instrumento de interação com a natureza, momentos de convívio e satisfação pessoal.

Mesa 13

Quando a política pública ou um projeto de desenvolvimento não vem acompanhado de uma legislação consistente e indutora, não é possível desenvolver uma mudança nos sistemas;

Organizações comunitárias podem ter sucesso na produção e comercialização de produtos agroecológicos que estejam fortalecidos internamente.

Mesa 15

A importância de fortalecer as identidades das juventudes camponesas.

Mesa 16

Valorização dos produtos regionais;

Aprender novas receitas alternativas de alimentação e fitoterápicos.

Mesa 17

Construção do conhecimento coletivo equilibrando a vivencia prática e a teoria;

Comunicação como ferramenta educativa para produção do conhecimento;

Valorizar o conhecimento do território na prática educativa.

Mesa 19 e 23

A soberania alimentar está em nossas mãos;

O modelo de ensino atual nas escolas serve mais a alienação do que a libertação;

As cidades por mais que seja um lugar de escassez podem ser produtivas.

Mesa 20

A importância do acesso aos recursos naturais como forma de garantia dos territórios tradicionais e assim reprodução do modo de vida no campo, florestas e água;

A necessidade de visibilizar, reconhecer e valorizar os pescadores artesanais.

Mesa 21 e 22

Troca de saberes entre diferentes atores sociais, universidade e organizações sociais;

A universidade e agricultores trabalham na buscam da soberania alimentar e o encurtamento da relação produtor e consumidor.

Mesa 24

Como projetos locais podem contribuir em projetos além das fronteiras. Podendo, dessa forma, ampliar e beneficiar-se;

O benefício da ligação da agricultura urbana com as comunidades do entorno através de mecanismos de articulação econômico;

Atender a demanda e ampliar a realidade da agricultura peri-urbana;

Importância do mapeamento da agricultura urbana tanto na argentina quanto do RJ;

Fortalecer relação direta entre consumidor e produtor.

Mesa 25

Importância da RAMA para difundir experiências no estado;

Desafio de representar todos os povos e comunidades do MA;

É raro os agricultores que querem resgatar sua ancestralidade;

Uma sensibilidade perceptível nos agricultores que estão nesse processo;

Agroecologia desperta a dimensão cultural.

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 04

Ampliar o alcance da voz (e do trabalho) as protagonistas para além da comunidade local;

A utilização do recurso audiovisual como ferramenta de documentação de memórias;

Sensibilidade de construir as metodologias do trabalho junto com as protagonistas.

Mesa 07

Aprimorar as discussões com a família sobre a emancipação das mulheres;

Aprimorar as discussões sobre o sistema de produção;

Fortalecer a autoestima das mulheres e o papel delas na Agroecologia.

Mesa 08

Observar a realidade que vivo e buscar de que forma posso contribuir para ajudar na melhoria.

Mesa 09

Necessidade de ater com foco específico para trabalho com mulheres.

Mesa 10

O processo de capacitação das mulheres deve se contextualizado envolvendo todos os membros da família;

É preciso envolver os homens no processo de formação na perspectiva de gênero, discutindo a divisão sexual do trabalho produtivo e reprodutivo;

Não é só a renda que leva a mulher ao empoderamento, mas a consciência social, cultural e política do seu papel na sociedade.

Mesa 11

Estruturação de espaço físico para estocagem de alimentos;

Organização de agricultores em movimentos sociais camponeses;

Encontrar caminhos para diminuir as distâncias entre produtores e consumidores.

Mesa 12

Interagir mais junto à coletivo que promovam e atuam com hortas urbanas, devido ao bem estar que a participação dentro dessas atividades oferecem ao indivíduo.

Mesa 13

Buscaremos uma maior divulgação dos projetos e seus resultados para a sociedade;

Mesa 15

Estar atento ao acompanhamento e continuidade desse processo de fortalecimento das identidades.

Mesa 16

Procurar apoio e articulação para fortalecer a EFA;

Novos conhecimentos sobre plantas medicinais;

Procurar feiras fitoterápicas.

Mesa 17

Trabalhar com a Agroecologia  e os direitos das crianças e adolescentes;

Trabalhar tecnologias alternativas que ajudam o cuidado com o meio ambiente;

Construção de redes de intercâmbio entre os grupos de crianças, adolescentes e jovens.

Mesa 18

Não pode usar o mesmo método em todas as comunidades. Cada lugar é diferente;

Estimular o uso de mídias alternativas;

Dar mais autonomia a cada jovem.



Mesa 20

Contribuir com o fortalecimento das organizações sociais com forma de construir sujeitos políticos para realizar transformações sociais;

Transferência ou construção coletiva de conhecimentos junto aos agricultores.

Mesa 19 e 23

Cultivar os próprios alimentos;

Buscar respostas nas coisas já existentes;

Valorizar os saberes e mistérios da vida.

Mesa 21 e 22

Estimular o resgaste do conhecimento ancestral e soberaniaalimentar.

Mesa 24

Selecionar formas simples e gratuitas que alcancem o maior número de pessoas na divulgação dos produtores agroecológicos;

A importância do mapeamento dos agricultores e a forma direta de ensino me mostra quão é necessário colocar em prática a divulgação dos mesmos seja por bairro, produto vendido etc.

Mesa 25

Pesquisar mais sobre Agroecologia e grupos de Agroecologia;

Sistematizar a influência da ancestralidade nas práticas agroecológicas;

O conhecimento agroecológico é ancestral;

Agroecologia fortalece os modos de vida.

Dia 13 Sessão 3 – 18h30 Turno 2

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 02, 03 e 06

As ATER bem feitas depende sobretudo na qualidade e compromisso do técnico;

A participação de cada ator rural enriquece fundamentalmente a discussão.

Mesa 05

Buscar o uso racional da água.

Mesa 08

Resgaste cultural, genético e social pelas mulheres.

Mesa 09

Importância de compartilhar experiências!

Mesa 10

A importância dos espaços de discussões com toda a família sobre a divisão do trabalho doméstico;

O Estado desenvolva mais projetos com enfoque agroecológico e perspectiva de gênero;

Garantir ações afirmativas que possam garantir a participação das mulheres se necessariamente estarem ocupadas com o cuidado com os filhos.

Mesa 11

Necessidade de fortalecer a universidade nas questões agroecológicas;

Comercialização direta e a articulação da produção com a universidade.

Mesa 12

Importância da troca de experiência;

Socialização das pessoas;

Desenvolvimento da adubação própria para autosustentabilidade.

Mesa 15

O empoderamento do jovem no protagonismo das ações do projeto.

Mesa 16

Resgaste do uso das plantas medicinais;

Trazer a juventude de volta para a terra.

Mesa 17

Intercâmbio como potencialidade para discutir questão social;

Agroecologia na escola como tema gerador e reconexão social.

Mesa 18

Manter a resistência do movimento em rede da Agroecologia;

Utilizar a arte nas atividades com a juventude;

Utilizar técnicas de enfretamento às mudanças climáticas.

Mesa 19 e 23

Sair de nós mesmos e buscar novas alternativas

Mesa 21 e 22

Importância da articulação para implementar estratégias coletivas;

Importância de estratégias de comercialização para a sustentabilidade dos projetos.

Mesa 24

Cadastro digital de agricultores orgânicos com informações de produção, manejo, sementes e diversidades.

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 02, 03 e 06

A confiança entre os agricultores e técnicos é o diferencial para a qualidade e sucesso do trabalho.

Mesa 05

Estimular atores sociais a participar desde o início do processo de construção para as pessoas se reconhecerem nos espaços;

Valorizar e estimular os jovens, mulheres e povos tradicionais a se apropriarem dos espaços públicos.

Mesa 08

Focalizar resgate de conhecimentos tradicionais agroecológicos com as mulheres.

Mesa 09

Dialogar com outros parceiros.

Mesa 10

Oficinas de formação com homens, mulheres e mistos;

O enfoque agroecológico seja na perspectiva feminista e não apenas de gênero;

Formação das cirandeiras nas temáticas a serem trabalhadas com agricultores e agricultoras, só que de forma lúdica.

Mesa 12

Investir mais na socialização para aumentar participação de voluntários;

Investir em espaço de degustação.

Mesa 15

Envolver a família no processo de formação de jovens.

Mesa 16

Trabalhar mais os fitoterápicos e a alimentação saudável com as comunidades que eu trabalho;

Mobilizar os jovens para os temas agroecológicos e plantas medicinais em oficinas temáticas;

Implantar as receitas alternativas no assentamento.

Mesa 17

Produção de material educativo, a partir do processo formativo;

Criar formas de autofinanciamento e autogestão;

Formação com educadores e educandos com a mesma temática.

Mesa 19 e 23

Compartilhar experiências e agregar pessoas.

Mesa 21 e 22

Fortalecimento da autonomia e empoderamento popular para autogerir as ações;

Fortalecimento do diálogo horizontal entre os diversos sujeitos sociais coletivos.

Mesa 24

Sustentabilidade da agroecologia urbana;

Necessidade de socializar a importância de não “misturar” produtos orgânicos ou agroecológicos com produtos convencionais pelo risco de contaminação.

Responsáveis pela atividade: estamos ansiosos para publicar seus materiais aqui, mas precisamos de sua permissão. Basta enviar para o endereço eletrônico  relatosagroecologia2017@itbio3.org a mensagem:

Concordo com a disponibilização do(s) material(is) apresentado(s) por mim na atividade #AT62 – Apresentação oral de trabalhos no blog https://relatosagroecologia2017.itbio3.org/atividades/   e concordo  com o termo de uso do blog relatosagroecologia2017.itbio3.org/atividades/termo-de-uso/”.

Materiais adicionais (fotos, relatos vídeos etc.) são muito bem-vindos na mensagem.

 

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