#AT74 – Territórios, Direitos e Resistências: Relatos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais

Territorios, Derechos y Resistencias: Relatos de los Pueblos Indígenas y Comunidades Tradicionales

Dia 14 | 10h00 – 12h00 | AUDITÓRIO IPÊ AMARELO | #Agroecologia2017

Responsável(is): Edel Moraes (Extrativista); Samuel Leite Caetano (CAA-Norte de Minas Gerais); Carmo Thum (Associação Pomeranos do Sul); Alicia Santana Salvador Morais (Catadora de Mangaba); Coordenador: Marcio Santilli (Instituto Socioambiental)

Relato

Registro dos comentários dos congressistas 

Mirinju Yan Guarani Mbya

Carta Política – Recomendações da MESA AT74 – Territórios, Direitos e Resistências: Relatos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais
Solicitamos e reivindicamos que os Direitos dos Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais referente à posse e permanência em suas terras ancestrais e tradicionais sejam respeitados e garantidos através da homologação das mesmas, assim como garantia e cumprimento do acordado na Convenção 169 da OIT sobre os povos indígenas e tribais ao qual o Brasil é signatário, assegurando o acesso destes povos à natureza que é onde eles garantem sua soberania tradicional e a proteção destas áreas naturais.

Nós, Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais, solicitamos ao Congresso Latino Americano de Agroecologia, Congresso Brasileiro de Agroecologia e Seminário de Agroecologia do Distrito Federal e Entorno, uma maior abertura e apoio, tanto político quanto financeiro, para que seja garantida a ampla presença e participação de lideranças, representantes e pesquisadores como palestrantes e debatedores nas diversas atividades que constam na programação de seus eventos. Destacamos somos os maiores conhecedores de nossos próprios saberes, demandas e necessidades que são temas fundamentais a serem debatidos nesses Congressos.

Gabriel Paes Tupinambá UFRJ – Raízes e Frutos marcosdgei@gmail.com

“A maior reflexão ficou sobre o quão é importante a representatividade sóciohistórica e cultural para a garantia da soberania nacional no que diz respeito a produção brasileira do conhecimento. A agroecologia tem sido uma ferramenta útil em mãos hábeis, porém, ocorre-se o risco de perda identificatória, geo-espacial e cultural, quando o papel de registrar , legitimar e sistematizar saberes tradicionais é assumido pelo Estado. É obrigação do congresso policiar e garantir a representatividade ética, cultural e social.
 Deixo meu email, e peço ajuda, desde já pois represento a Rede de grupos da minha região responsavel pelo próximo Congresso Regional de Agroecologia. Entendo que minhas dúvidas e questões pessoais sobre o tema serão sanadas pela simples confirmação de que meu relato recebeu atenção”

Responsáveis pela atividade: estamos ansiosos para publicar seus materiais aqui, mas precisamos de sua permissão. Basta enviar para o endereço eletrônico  relatosagroecologia2017@itbio3.org a mensagem:

Concordo com a disponibilização do(s) material(is) apresentado(s) por mim na atividade #AT74 – Territórios, Direitos e Resistências: Relatos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais no blog https://relatosagroecologia2017.itbio3.org/atividades/   e concordo  com o termo de uso do blog relatosagroecologia2017.itbio3.org/atividades/termo-de-uso/”.

 Materiais adicionais (fotos, relatos vídeos etc.) são muito bem-vindos na mensagem.

 

*** Participe da construção da memória do congresso! Registre suas impressões e sugestões no campo de comentários abaixo. ***

Publicado por

Soraia

Pessoa criativa

3 thoughts on “#AT74 – Territórios, Direitos e Resistências: Relatos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais”

  1. Carta Política – Recomendações da MESA AT74 – Territórios, Direitos e Resistências: Relatos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais

    Solicitamos e reivindicamos que os Direitos dos Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais referente à posse e permanência em suas terras ancestrais e tradicionais sejam respeitados e garantidos através da homologação das mesmas, assim como garantia e cumprimento do acordado na Convenção 169 da OIT sobre os povos indígenas e tribais ao qual o Brasil é signatário, assegurando o acesso destes povos à natureza que é onde eles garantem sua soberania tradicional e a proteção destas áreas naturais.

  2. Nós, Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais, solicitamos ao Congresso Latino Americano de Agroecologia, Congresso Brasileiro de Agroecologia e Seminário de Agroecologia do Distrito Federal e Entorno, uma maior abertura e apoio, tanto político quanto financeiro, para que seja garantida a ampla presença e participação de lideranças, representantes e pesquisadores como palestrantes e debatedores nas diversas atividades que constam na programação de seus eventos. Destacamos somos os maiores conhecedores de nossos próprios saberes, demandas e necessidades que são temas fundamentais a serem debatidos nesses Congressos.

  3. “A maior reflexão ficou sobre o quão é importante a representatividade socio-historica e cultural para a garantia da soberania nacional no que diz respeito a produção brasileira do conhecimento. A agroecologia tem sido uma ferramenta útil em mãos hábeis, porém, ocorre-se o risco de perda identificatória, geo-espacial e cultural, quando o papel de registrar , legitimar e sistematizar saberes tradicionais é assumido pelo Estado. É obrigação do congresso policiar e garantir a representatividade ética, cultural e social.
    Deixo meu email, e peço ajuda, desde já pois represento a Rede de grupos da minha região responsavel pelo próximo Congresso Regional de Agroecologia. Entendo que minhas dúvidas e questões pessoais sobre o tema serão sanadas pela simples confirmação de que meu relato recebeu atenção
    marcosdgei@gmail.com

    Gabriel Paes Tupinambá
    UFRJ – Raízes e Frutos

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