#AT9 – Educação do campo e educação em agroecologia: diálogos e convergências

Educación del campo y educación en agroecología: diálogos y convergencias

Dia 12 | 14h00 – 16h00 | SERIEMA | #Agroecologia2017

Responsável(is): Monica Molina (UnB); Eugênio Ferrari (LPEC-UFV); Coordenador: Romier Paixão (ABA)

Arquivos: Apresentação Eugênio Ferrari 

Educação do Campo e Educação em Agroecologia: diálogos e convergências!Sobre o tema, a professora e diretora do Centro Transdisciplinar de Educação do Campo e Desenvolvimento Rural da UnB, Mônica Molina, aponta: “Nossa tarefa, nosso desafio é sair com uma agenda de luta com uma agenda de organização para que a gente possa construir resistência para esse período de tantos retrocessos para a classe trabalhadora". Vídeo: Adriana Gomes / Campo UnitárioTexto: Adilvane Spezia / Campo Unitário#Agroecologia2017#Agroecologia2017

Posted by Agroecologia 2017 on Thursday, September 14, 2017

Vídeo: Adriana Gomes / Campo Unitário

Relato:

Coordenador:

A ABA vem fazendo um esforço para garantir o espaço de discussão sobre proximidades e caminhos de educação do campo e agroecologia, ressaltando a importância de compartilhar este debate. Explica que os dois convidados começarão o debate e então a plenária fará um cochicho e continuará a conversa a partir das provocações que saírem da conversa em grupos menores. Apresenta os dois palestrantes, Mônica Molina e Eugenio Ferrari e fala sobre a relação de amizade com eles construída ao longo da caminhada tanto na educação do campo, quanto na Agroecologia. Mônica Molina, da UnB militante no tema da educação do campo e Eugênio Ferrari, militante na ONG CTA Zona da Mata, atuação esta, fundamental na construção da agroecologia no Brasil.

Mônica Molina:

Inicia falando da importância histórica do momento. Cita a frase do subcomandante Marcos: “a memória é uma vacina contra a morte” e complementa “que esse encontro possa nos alimentar e que a gente possa olhar para tudo que nós construímos nesse período tão significativo na história brasileira, onde várias políticas públicas foram forjadas com o protagonismo dos sujeitos coletivos e do campo e que essa memória nos alimente para a longa resistência que teremos pela frente”.

Mônica diz que as ações da educação do campo, da produção de conhecimento e da práxis dos educadores precisam estar articuladas com a questão agrária, agroecologia e soberania alimentar. Explica que estruturou a reflexão para esta plenária em três momentos: conceito, diálogos e convergências e agenda de luta.

Sobre conceitos, indaga: “a respeito do que estamos falando quando falamos de educação do campo?” Sobre diálogos e convergências ela afirma que é necessário tratar de diálogos convergentes entre os dois temas para refletir sobre os desafios e experimentar a troca e a escuta a cerca das experiências. Sobre o terceiro momento fala da construção de uma agenda de luta e resistência para o período de retrocessos, de assalto das classes dominantes aos fundos públicos, de extinção de diversas políticas públicas.

Explica que é necessário pensar sobre os conceitos a partir das práticas da educação do campo e da educação em agroecologia, especialmente sobre os processos de institucionalização que ambos os temas alcançaram no período do governo anterior. Ela reconhece as semelhanças nas trajetórias dos dois temas, partindo das experiências com grupos de estudos e estudantes, projetos de extensão, projetos de pesquisa, cursos do PRONERA até a institucionalização nos anos 2000. Com a institucionalização, aumentou o risco de subsumir o potencial revolucionário, transformador e contra hegemônico das ações dos dois temas.

Diz também que é importante reafirmar os conceitos em todos os espaços possíveis, pois há uma tentativa de captura e disputa do conceito tanto da educação do campo, quanto da educação em agroecologia, excluindo o principal componente nesse processo, o campo. Afirma que empresas do agronegócio dizem fazer educação do campo, formando professores para as escolas do campo. Para respaldar sua fala, cita uma tese que identifica a formação pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) nas escolas de Ribeirão Preto/SP, refletindo a nova estratégia de acumulação do capital no campo. Corroborando com Van Der Ploeg, a palestrante cita: “grandes conglomerados/impérios, cada vez com mais intensidade implantam no campo a lógica do alimento como mercadoria, como commodity, do alimento com preço nas bolsas de valores”.

Mônica diz ainda que o conceito em disputa está não somente no sentido figurado, mas na ação concreta do que significa a educação do campo. Sugere a leitura e uso do Dicionário da Educação do Campo, cujos 113 verbetes foram construídos coletivamente por pesquisadores, representantes do movimento social, entre outros atores sociais.

A palestrante identifica uma primeira contradição no contexto tratado: o modelo de campo do agronegócio versus o modelo de campo da agricultura camponesa. O modelo de campo do agronegócio pode ser traduzido pela lógica de obter mais lucro, concentração de terra, monocultura, utilização de agrotóxicos, padronização da natureza, das relações pela exploração do trabalho e dos recursos naturais. Fala de uma expressão do David Harvey que ajuda a compreender que vivemos o período da acumulação por espoliação, a máxima espoliação da natureza e da força do trabalho humano. Já a agricultura camponesa tem como essência características diversas daquelas do agronegócio: policultivo, cuidado com a natureza e ideia do alimento como um direito humano.

A segunda contradição continua Mônica é identificada pelo projeto de campo do agronegócio que traduz a educação do campo como formação de mão de obra para que os trabalhadores possam dar conta da intensa incorporação de novas tecnologias. Diferente da agricultura camponesa que traduz a educação do campo como formação do ser humano integralmente.

Existe de um lado, uma educação do campo voltada para o capital e de outro, uma educação do campo para a emancipação dos sujeitos do campo.

Por fim, a palestrante se refere à terceira contradição identificada ao se referir ao protagonismo na construção das políticas públicas, considerando que não existe política pública sem orçamento e que o Estado não pode agir sem recurso, indaga: “quem são os protagonistas da ação do Estado, quem vai dizer como vai agir, quais ações devem ser desenvolvidas, para onde devem ir os fundos e recursos públicos que foram gerados pela classe trabalhadora e que o Estado não está gerindo a serviço de quem o projeta?” Na educação do campo continua Mônica, os protagonistas foram os sujeitos coletivos formados pelos movimentos dos trabalhadores rurais sem-terra (MST), Contag, Unefab e vários grupos organizados que ajudaram a forjar, a partir do Estado, o PRONERA e outros exemplos como Saberes da Terra, Licenciatura em Educação do Campo (LEDUC), Residência Agrária e as várias políticas pensadas a partir da ação desses coletivos.

A palestrante diz ainda que o desafio agora é pensar como as contradições identificadas se relacionam especialmente nesse momento, em que a ação do governo golpista tem sido descontruir e até extinguir as políticas públicas; ação esta refletida nos cortes e até na extinção orçamentária para algumas políticas. A contradição neste momento continua Mônica, é que todos os fundos públicos estão sendo redirecionados para o agronegócio. Os parcos recursos das políticas que estão sendo extintas, estão agora sendo redirecionados e fortalecendo o MATOPIBA, a RENCA, ações que estão no sentido contrário do projeto de campo da educação do campo.

Mônica cita “uma ruralidade de espaços vazios, um campo sem sujeitos” para chamar à reflexão sobre a importância de pensar, a partir da agroecologia e da soberania alimentar, o campo como um espaço de produção da vida, com a natureza, e não como é o campo do agronegócio. E sobre as convergências entre os dois conceitos (educação do campo e agroecologia) ela identifica: a superação da lógica de orientação da sociedade capitalista; a realização da reforma agrária no país; e a transformação dos processos de produção de conhecimento, valorizando os saberes dos sujeitos camponeses, a exemplo dos cursos de residência agrária.

Em síntese a palestrante pontua as convergências entre a educação do campo e a agroecologia: 1. Crítica radical ao modelo de desenvolvimento hegemônico; 2. Cultura que contrapõem a ciência dominante; 3. Institucionalização da alternância como uma modalidade de oferta da educação superior, a partir da ciência produzida no território; 4. Formação de sujeitos auto-organizados para intervenção e transformação da realidade.

Cita Paulo Freire afirmando que o conhecimento se produz através de um contexto onde estão os sujeitos camponeses, espaço onde os processos de produção do conhecimento propostos pela educação do campo e pela agroecologia se materializam. Cita José Martí: “conhecer é transformar”; também fala sobre a ideia de uma escola diferente da escola capitalista tradicional inspirada no exército, na igreja, mas uma escola de formação de lutadores e construtores do futuro, essência do movimento da educação do campo.

A palestrante finaliza distinguindo desafios para continuidade da institucionalização da educação do campo e proteção do patrimônio social conquistado com as políticas públicas no período do governo anterior:

-enfrentamento da disputa do imaginário da sociedade brasileira com a propaganda do agronegócio, tentando convencer ininterruptamente que é o único modelo capaz de alimentara população;

-valorização dos sujeitos e protagonistas construtores dessas políticas, que são os camponeses e não os acadêmicos e intelectuais pensando para os camponeses;

-uso de estratégias de organização para mostrar à sociedade a diferença entre os dois modelos (agronegócio e agricultura camponesa);

-cursos institucionalizados e famílias como espaço de contra hegemonia;

-diálogo do ensino médio, graduação e pós-graduação com a educação básica;

-esforço teórico para consolidar um Dicionário da Educação do Campo e Agroecologia para proteger e reforçar o conceito dentro e fora da academia;

-valorização de temas considerados menores na academia, transformados em conteúdos científicos, pois estão vinculados a um projeto histórico, societário que tem como horizonte a superação da barbárie imposta pelo capitalismo.

Eugênio Ferrari

Inicia dizendo que ampliará o debate sobre diálogos e convergências entre educação do campo e agroecologia até chegar na questão pedagógica. Cita a construção da PNAPO e do Planapo, em 2010, como marcos histórico e fala do quanto essa construção foi descolada da reforma agrária, além de não considerar o espaço das escolas públicas como estratégico neste processo. Na construção do I Planapo as propostas foram incipientes, com exceção dos centros de formação por alternância; por sua vez, no II Planapo houve pouca interação com a educação do campo. Ainda em 2010, a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) buscou o diálogo com as redes e fóruns, na perspectiva de fortalecimento do campo democrático e popular da sociedade civil, através do “Encontro Nacional de Diálogos e Convergências: Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental, Soberania Alimentar e Economia Solidária”. Essa experiência foi enriquecedora e foi de onde surgiram iniciativas importantes como, por exemplo, a articulação com a Abrasco, cujo desdobramento foi o Dossiê contra os agrotóxicos.

Aponta algumas hipóteses para a falta de articulação entre os dois movimentos (educação do campo e agroecologia): (i) a visão de que o movimento agroecológico não articula a agroecologia com a reforma agrária, ou que esse tenha um enfoque apenas na tecnologia; (ii) que as escolas públicas no campo não são devidamente valorizadas como espaço estratégico de disputa, de construção da contra hegemonia; e (iii) a falta de conexão com as estratégias de reprodução socioeconômica da agricultura familiar camponesa e das populações tradicionais.

E na convergência, aponta a contribuição da educação do campo: na leitura/acúmulo sobre o processo de privatização da educação pública no país e contribuição na ação de colocar os sujeitos como protagonista, como ocorre na aplicação da metodologia campesino a campesino.

Ele aponta as contribuições do movimento agroecológico nas lutas do movimento pela educação do campo, como: a experiência na ação em redes; uso de metodologias que permitem centrar o debate político a partir das experiências concretas dos sujeitos do campo.

Em seguida o palestrante fez uma fala a respeito da avaliação dos Núcleos de Agroecologia, ressaltando como um marco na formação dos estudantes que participaram do edital 37.

Para exemplificar a convergência entre os dois movimentos, fala sobre o curso de Licenciatura em Educação do Campo com habilitação em Ciências da Natureza e ênfase em Agroecologia, da Universidade Federal de Viçosa (LICENA/UFV) e apresenta a concepção teórica e as práticas pedagógicas: pedagogia da alternância com ênfase na agroecologia, sujeitos do campo ou tem algum vínculo com ele, professores e alunos vão ao campo para identificar as lutas e tratar isso dentro do processo formativo, eixos temáticos e temas geradores semestrais se articulam com os conteúdos disciplinares potencializando a abordagem interdisciplinar.

Ele segue expondo que o curso adota o conceito de agroecologia como ciência, prática e movimento, refletido nas experiências dos educandos; a partir da Pedagogia do Trabalho, teorizam sobre os processos sociais que envolvem o campo.

Afirma ainda que a agroecologia aparece como resultante das contradições do modo capitalista de fazer agricultura e da resistência histórica dos camponeses a se subordinar plenamente à sua lógica, o que foi tratado na palestra de Van Der Ploeg. Nesse sentido que a agricultura camponesa e a agroecologia, articuladas a partir do trabalho camponês e das experiências agroecológicas estabelecidas no âmbito dos territórios dos educandos, fornecem as bases para estruturação de processos educativos, tendo como objetivo maior a superação das contradições que compõe o campo brasileiro.

Finaliza citando Roseli Caldart: “é desafio firmar e dar mais densidade política à perspectiva epistemológica originária da agroecologia que é a conexão orgânica entre a elaboração e apropriação científica e as múltiplas formas de conhecimento produzido pelas famílias camponesas em sua prática social e histórica, de modo a fortalecê-las na capacidade de comando real do processo produtivo”.

Reafirma a importância de promover a aproximação dos profissionais dos dois movimentos tanto da educação do campo, quanto da agroecologia com a luta histórica dos povos camponeses. E finaliza dizendo que “as escolas tem entranhado em seu destino histórico o compromisso com a luta social pelo avanço da agricultura camponesa e do desenvolvimento das forças produtivas da agricultura desde a matriz da agroecologia”.


Coordenador: 

Afirma a importância da aproximação entre educação do campo e agroecologia e da reflexão sobre as convergências para superar os desafios em questão. Destaca alguns pontos do que foi dito nas duas palestras:

- debater sobre os conceitos para evitar o esverdeamento do capitalismo sobre a agroecologia;

- aplicar vigilância epistemológica de natureza político-científica;

- promover a relação entre a academia e o movimento social, na perspectiva do território, das camponesas e camponeses;

- valorizar o avanço histórico do movimento de institucionalização dos cursos de Agroecologia pelo Brasil, incluindo o avanço para outras áreas do conhecimento.

Romier afirma perceber como grande desafio pensar processos formativos nos dois temas juntos, articulados ao território e aos sujeitos que o constroem, dentro de um projeto de sociedade, historicamente construída. Ressalta o aumento do risco de institucionalização pela aplicação de legislações e regulamentos dentro das instituições, dificultando as inovações na construção do conhecimento. Cita o exemplo da pedagogia da alternância quando a universidade coloca em risco a prática pedagógica por falta de recurso. Afirma ainda que os camponeses foram alijados das instituições públicas de educação e, quando há um avanço na direção de ofertar educação superior ao povo do campo, a universidade se posiciona com ressalvas a um processo especifico para os camponeses alegando que fere o princípio da isonomia, da participação de todos.  Os desafios são de ordem política, de disputa dos espaços de direção da universidade.

O coordenador pergunta: “Como operacionalizar as ações no chão da escola ou da universidade?” Ele chama a operacionalização das ações na escola ou universidade de coreografia da formação em educação do campo com enfoque na agroecologia. Ele chama de coreografia por ser flexível e adaptada, e como uma dança, se faz a partir de cada realidade e cada território; dança essa baseada na tríade ecossistema, trabalho e cultura. O ecossistema a partir do território; o trabalho a partir da ontologia relacionado à natureza humana, pois o trabalho no campesinato é diferente do trabalho na fábrica. Na fábrica o trabalhador é subordinado a uma lógica de trabalho para ter sua remuneração e o fazem porque precisam sobreviver.  No campesinato, o trabalho tem natureza diferente; é coprodução chamada por Van Der Ploeg onde o sujeito trabalha a natureza e ao mesmo tempo a natureza transforma o campesinato.  Cita o exemplo da Amazônia onde os povos e comunidades tradicionais tem outra relação com o que vai para além da materialidade da transformação de recursos naturais em bens de uso ou em mercadorias: é uma relação cultural. Afirma que na perspectiva da coreografia da formação em educação do campo com enfoque na agroecologia, a cultura é um elemento fundamental, pois resgata a memória e o processo de formação dos sujeitos críticos para compreensão do papel de cada um no projeto de sociedade.


Finaliza articulando que é preciso avançar na compreensão sobre a agroecologia como um processo meramente eco técnico, ou da educação do campo como meramente promotora de metodologias inovadoras. “A nossa sala de aula é a realidade, tanto na educação do campo quanto na agroecologia”.


Plenária:

O coordenador propõe um cochicho de 15 minutos para debate em grupos menores e depois sugere um momento de partilha.

Partilha do cochicho

Grupo 1 - Eduardo – NEA GWATÀ (Universidade Estadual de Goiás):

- formação de professores

-formação continuada em agroecologia e educação do campo juntas;

-corte na liberação de bolsas do PRONERA pós-médio;

-quais estratégias que vão garantir as políticas públicas.

Grupo 2

- formação continuada de educadores que promova o reconhecimento e conhecimento a cerca dos sujeitos e territórios

- criação de um dicionário em educação no campo e agroecologia

- intercâmbio e troca de experiências, saberes e promoção do diálogo.

Grupo 3 - Magno – UFG

- corte e falta de recursos para políticas públicas;

- modificação da pedagogia da alternância quando aplicada na prática;

-formação dos professores com identidade com o movimento e a pedagogia;

-resgate de princípios inseridos na formação dos educadores.

Grupo 4 - Elenilson - IF Tabatinga/AM

- não há vivencia e confundem educação ambiental com educação do campo e agroecologia.

Grupo 5 - Chirlene – UEPB

- primeiro curso de Agroecologia do país e tem 10 anos;

-o NEA foi um marco na promoção e fortalecimento da Agroecologia;

- há conflitos e divergências por território, recurso e espaço político.

Grupo 6 - Cleide – Professora do Governo do Distrito Federal

- levar o conhecimento tradicional para dentro da sala de aula;

- oportunidade de superar o modelo de educação bancária;

-jovem se sente inferiorizado por realizar um curso como educação do campo e agroecologia.

Grupo 7 - Albertina – UFPB

- a educação do campo e a agroecologia não nasceu na academia, nem nas escolas;

- o movimento social se coloca a serviço do outro;

- desafios a enfrentar: currículo, fechamento de escolas e mobilização.

Foto da atividade:

Notícias:

A Educação do Campo e Agroecologia no centro do debate

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Publicado por

Teca Ribeiro

Economista, com atuação em desenvolvimento rural. Consultora PNUD/SEAD.

3 comentários sobre “#AT9 – Educação do campo e educação em agroecologia: diálogos e convergências”

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