#AT109 – Apresentação oral de trabalhos

Presentación oral de trabajos

Dia 15 | 11h00 – 12h30 | VÁRIAS SALAS | #Agroecologia2017

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#AT62 – Apresentação oral de trabalhos

Presentación oral de trabajos

Dia 13 | 18h00 – 19h30 | VÁRIAS SALAS | #Agroecologia2017

Programação das Sessões das Apresentações Orais – Salão Veredas
Sente-se na mesa com o tema do seu interesse.
SESSÃO 3: DIA 13, 18:00 – 19:30

MESA

TEMAS

1

Núcleo de Extensão e Pesquisa em Desenvolvimento Territorial (NEDET): uma experiência de construção de políticas de desenvolvimento sustentável no Território de Identidade do Vale do Jequiriçá, Bahia.

A experiência dos Núcleos de Extensão em Desenvolvimento Territorial (NEDETs) dos Territórios Rurais Prof. Cory/Andradina e Noroeste Paulista.

2

O Fórum de Entidades de Campo Alegre de Lourdes/BA: contribuindo na efetivação da participação social e na consciência ambiental.

Percepção coletiva sobre questões ambientais e sua relevância para transição agroecológica no espaço rural em Mucajaí, Roraima.

3

Vivência e práticas agroecológicas: um relato de experiência em assistência técnica e extensão rural em municípios do Recôncavo Baiano.

ATER agroecológica no estado da Bahia – uma política pública em construção.

4

Sem feminismo não há agroecologia: oficinas comunitárias e troca de saberes.

Vivências, lutas e a conquista da autonomia feminina na agroecologia: Relatos da produtora Elaine de Souza Martins Ahnert.

5

Asistencia a la transición agroecológica de sistemas productivos de Cuenca Laguna del Cisne, Canelones.

Fortalecimento da Agroecologia a partir da organização e metodologia da 2ª Conferência Nacional de Ater.

6

Dinâmicas da política de ATER nos marcos do cenário político no ano 2016 em Sergipe.

Política pública de acesso a mercados: a execução do PNAE em São José de Caiana-PB.

7

O uso de mapas mentais como metodologia para o desenvolvimento da transição agroecológica e da autonomia das mulheres rurais.

Mulheres e o planejamento do manejo florestal comunitário e familiar na Reserva Extrativista Verde para Sempre.

8

Mujeres, Agroecología, Economía Feminista y Solidaria. Una triple garantía para la Soberanía Alimentaria.

O papel da mulher no resgate e multiplicação e Sementes Crioulas no Sul do Mato Grosso do Sul.

9

O crédito rural e Mulher Flor do Campo: política pública acessada pelas mulheres do Sertão do Pajeú.

Importância das feiras agroecológicas para as mulheres e para a construção da agroecologia.

10

Empoderamento de Mulheres Agricultoras.

Pluriatividade do Papel da Mulher Camponesa na Comunidade Santa Luzia no Município de Ubajara-CE.

11

Cesta camponesa como estratégia da aliança campo-cidade por Soberania Alimentar.

Grupo de Alimentação Saudável (GAS): construindo caminhos mais curtos entre consumidores e produtores.

12

Hortas Agroecológicas sob linhas de transmissão de energia: dinâmica das organizações sociais na região Sul do município de Curitiba – PR.

Hortas urbanas coletivas na cidade de Bologna – Itália.

13

Programa Agriculturas Paulistanas: hortas e viveiros de comunidades da capital paulista.

Projeto hortas urbanas promovendo saúde e bem estar social.

14

Possibilidades de relações socioambientalmente mais justas no contexto urbano de uma metrópole.

Conflitos de poder em hortas urbanas: o caso da Horta das Flores.

15

Articulando Agroecologia e Justiça Ambiental com jovens camponeses do sertão central do Ceará: uma experiência no PRONERA/Residência Agrária Jovem.

A troca de saberes da juventude em um projeto de vivência agroecológica do IFG – Cidade de Goiás.

16

Fitoterapia Popular e Alimentação Saudável com um grupo de mulheres erveiras e a juventude local de Marudá-Pará.

Experiência da EFA- Escola Família Agrícola Ibiapaba na pedagogia da alternância em Agroecologia com jovens assessorados pelo CETRA.

17

Cultivando Saberes y Valores.

A caminhada com o ‘Pé n4 T3rr@’.

18

Curso de Agroecologia e Sustentabilidade no Cerrado oferecido pelo Centro UnB Cerrado/NASPA.

A promoção da Agroecologia pela arte no âmbito do Projeto Cine Arte das Flores.

19

La Senda Agroecologica en la Comunidad de San José de Galipan (Vargas) del Diagnostico Estatico al Analisis Situacional Colectivo y Dinamico.

Vida Campesina e Agroecologia na América Latina.

20

Interação com a natureza entre agricultores familiares do município de Serraria, brejo paraibano.

Pesca artesanal e agroecologia: uma aproximação a partir da soberania alimentar.

21

Feira da Produção da Reforma Agrária e da Agricultura Familiar – FEPRAF/JC: Relato de Experiência.

Campo 6 de Agosto. Una experiencia de producción con enfoque agroecológico en el espacio periurbano de Berisso, Buenos Aires, Argentina en articulación entre la Facultad de Ciencias Agrarias y Foresta.

22

Fortalecimiento a la soberanía alimentaria en la vereda puente palo, municipio de la cumbre valle del cauca.

Organização de famílias camponesas para multiplicação de sementes de milho crioulo como estratégia de soberania alimentar no nordeste paraense.

23

A ecogastronomia como uma nova possibilidade de garantia à segurança alimentar no modo de vida da comunidade Vila Nova Tatuoca (Cabo de Santo Agostinho – PE).

Quintais produtivos como estratégia de segurança alimentar urbana.

24

Criação do Sistema Virtual de Cadastro do Agricultor Urbano e Periurbano (SVCAUP).

Vínculos y potencialidades a partir de una estrategia de comercialización bajo el marco de la Agroecología y la Economía Social.

25

Os 19 Anos da Rede Agroecológica do Maranhão: Contribuições e Desafios.

A concepção de natureza: camponeses em transição agroecológica.

Relato

Dia 13 Sessão 3 – 18h30 Turno 1

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 01

A importante participação na universidade como vetor de desenvolvimento local, articulando e implementando ações.

Mesa 04

Entender a história oral como ferramenta de visibilidade e feedback por parte das mulheres;

A criação e fortalecimento de vínculos a partir de uma identidade comum de gênero;

Sistematizar e documentar todos os trabalhos/resultados como estratégia de manter vivas as memórias das protagonistas das pesquisas.

Mesa 07

Metodologias que visem a autonomia das mulheres;

Reconhecimento do papel das mulheres nas práticas agroextrativistas;

Emancipação para tomada de decisões.

Mesa 08

O resgaste do papel da mulher na conservação ambiental, genética e cultural.

Mesa 09

Importância da auto-organização das mulheres.

Mesa 10

O processo de capacitação das mulheres nas atividades com enfoque agroecológico levam as mulheres ao empoderamento individual e coletivo;

As atividades desenvolvidas pelas mulheres rurais precisam ser valorizadas e visibilizadas;

Para o processo de empoderamento das mulheres à renda monetária é determinante.

Mesa 11

Importância da extensão universitária com os movimentos sociais camponeses;

Importância das feiras universitárias no debate político agroecológico;

Sem movimento social organizado dificulta a distribuição de alimentos agroecológicos.

Mesa 12

A agricultura é muito mais que uma prática de plantar e colher. Ela funciona como um instrumento de inclusão social promovendo um instrumento de interação com a natureza, momentos de convívio e satisfação pessoal.

Mesa 13

Quando a política pública ou um projeto de desenvolvimento não vem acompanhado de uma legislação consistente e indutora, não é possível desenvolver uma mudança nos sistemas;

Organizações comunitárias podem ter sucesso na produção e comercialização de produtos agroecológicos que estejam fortalecidos internamente.

Mesa 15

A importância de fortalecer as identidades das juventudes camponesas.

Mesa 16

Valorização dos produtos regionais;

Aprender novas receitas alternativas de alimentação e fitoterápicos.

Mesa 17

Construção do conhecimento coletivo equilibrando a vivencia prática e a teoria;

Comunicação como ferramenta educativa para produção do conhecimento;

Valorizar o conhecimento do território na prática educativa.

Mesa 19 e 23

A soberania alimentar está em nossas mãos;

O modelo de ensino atual nas escolas serve mais a alienação do que a libertação;

As cidades por mais que seja um lugar de escassez podem ser produtivas.

Mesa 20

A importância do acesso aos recursos naturais como forma de garantia dos territórios tradicionais e assim reprodução do modo de vida no campo, florestas e água;

A necessidade de visibilizar, reconhecer e valorizar os pescadores artesanais.

Mesa 21 e 22

Troca de saberes entre diferentes atores sociais, universidade e organizações sociais;

A universidade e agricultores trabalham na buscam da soberania alimentar e o encurtamento da relação produtor e consumidor.

Mesa 24

Como projetos locais podem contribuir em projetos além das fronteiras. Podendo, dessa forma, ampliar e beneficiar-se;

O benefício da ligação da agricultura urbana com as comunidades do entorno através de mecanismos de articulação econômico;

Atender a demanda e ampliar a realidade da agricultura peri-urbana;

Importância do mapeamento da agricultura urbana tanto na argentina quanto do RJ;

Fortalecer relação direta entre consumidor e produtor.

Mesa 25

Importância da RAMA para difundir experiências no estado;

Desafio de representar todos os povos e comunidades do MA;

É raro os agricultores que querem resgatar sua ancestralidade;

Uma sensibilidade perceptível nos agricultores que estão nesse processo;

Agroecologia desperta a dimensão cultural.

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 04

Ampliar o alcance da voz (e do trabalho) as protagonistas para além da comunidade local;

A utilização do recurso audiovisual como ferramenta de documentação de memórias;

Sensibilidade de construir as metodologias do trabalho junto com as protagonistas.

Mesa 07

Aprimorar as discussões com a família sobre a emancipação das mulheres;

Aprimorar as discussões sobre o sistema de produção;

Fortalecer a autoestima das mulheres e o papel delas na Agroecologia.

Mesa 08

Observar a realidade que vivo e buscar de que forma posso contribuir para ajudar na melhoria.

Mesa 09

Necessidade de ater com foco específico para trabalho com mulheres.

Mesa 10

O processo de capacitação das mulheres deve se contextualizado envolvendo todos os membros da família;

É preciso envolver os homens no processo de formação na perspectiva de gênero, discutindo a divisão sexual do trabalho produtivo e reprodutivo;

Não é só a renda que leva a mulher ao empoderamento, mas a consciência social, cultural e política do seu papel na sociedade.

Mesa 11

Estruturação de espaço físico para estocagem de alimentos;

Organização de agricultores em movimentos sociais camponeses;

Encontrar caminhos para diminuir as distâncias entre produtores e consumidores.

Mesa 12

Interagir mais junto à coletivo que promovam e atuam com hortas urbanas, devido ao bem estar que a participação dentro dessas atividades oferecem ao indivíduo.

Mesa 13

Buscaremos uma maior divulgação dos projetos e seus resultados para a sociedade;

Mesa 15

Estar atento ao acompanhamento e continuidade desse processo de fortalecimento das identidades.

Mesa 16

Procurar apoio e articulação para fortalecer a EFA;

Novos conhecimentos sobre plantas medicinais;

Procurar feiras fitoterápicas.

Mesa 17

Trabalhar com a Agroecologia  e os direitos das crianças e adolescentes;

Trabalhar tecnologias alternativas que ajudam o cuidado com o meio ambiente;

Construção de redes de intercâmbio entre os grupos de crianças, adolescentes e jovens.

Mesa 18

Não pode usar o mesmo método em todas as comunidades. Cada lugar é diferente;

Estimular o uso de mídias alternativas;

Dar mais autonomia a cada jovem.



Mesa 20

Contribuir com o fortalecimento das organizações sociais com forma de construir sujeitos políticos para realizar transformações sociais;

Transferência ou construção coletiva de conhecimentos junto aos agricultores.

Mesa 19 e 23

Cultivar os próprios alimentos;

Buscar respostas nas coisas já existentes;

Valorizar os saberes e mistérios da vida.

Mesa 21 e 22

Estimular o resgaste do conhecimento ancestral e soberaniaalimentar.

Mesa 24

Selecionar formas simples e gratuitas que alcancem o maior número de pessoas na divulgação dos produtores agroecológicos;

A importância do mapeamento dos agricultores e a forma direta de ensino me mostra quão é necessário colocar em prática a divulgação dos mesmos seja por bairro, produto vendido etc.

Mesa 25

Pesquisar mais sobre Agroecologia e grupos de Agroecologia;

Sistematizar a influência da ancestralidade nas práticas agroecológicas;

O conhecimento agroecológico é ancestral;

Agroecologia fortalece os modos de vida.

Dia 13 Sessão 3 – 18h30 Turno 2

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 02, 03 e 06

As ATER bem feitas depende sobretudo na qualidade e compromisso do técnico;

A participação de cada ator rural enriquece fundamentalmente a discussão.

Mesa 05

Buscar o uso racional da água.

Mesa 08

Resgaste cultural, genético e social pelas mulheres.

Mesa 09

Importância de compartilhar experiências!

Mesa 10

A importância dos espaços de discussões com toda a família sobre a divisão do trabalho doméstico;

O Estado desenvolva mais projetos com enfoque agroecológico e perspectiva de gênero;

Garantir ações afirmativas que possam garantir a participação das mulheres se necessariamente estarem ocupadas com o cuidado com os filhos.

Mesa 11

Necessidade de fortalecer a universidade nas questões agroecológicas;

Comercialização direta e a articulação da produção com a universidade.

Mesa 12

Importância da troca de experiência;

Socialização das pessoas;

Desenvolvimento da adubação própria para autosustentabilidade.

Mesa 15

O empoderamento do jovem no protagonismo das ações do projeto.

Mesa 16

Resgaste do uso das plantas medicinais;

Trazer a juventude de volta para a terra.

Mesa 17

Intercâmbio como potencialidade para discutir questão social;

Agroecologia na escola como tema gerador e reconexão social.

Mesa 18

Manter a resistência do movimento em rede da Agroecologia;

Utilizar a arte nas atividades com a juventude;

Utilizar técnicas de enfretamento às mudanças climáticas.

Mesa 19 e 23

Sair de nós mesmos e buscar novas alternativas

Mesa 21 e 22

Importância da articulação para implementar estratégias coletivas;

Importância de estratégias de comercialização para a sustentabilidade dos projetos.

Mesa 24

Cadastro digital de agricultores orgânicos com informações de produção, manejo, sementes e diversidades.

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 02, 03 e 06

A confiança entre os agricultores e técnicos é o diferencial para a qualidade e sucesso do trabalho.

Mesa 05

Estimular atores sociais a participar desde o início do processo de construção para as pessoas se reconhecerem nos espaços;

Valorizar e estimular os jovens, mulheres e povos tradicionais a se apropriarem dos espaços públicos.

Mesa 08

Focalizar resgate de conhecimentos tradicionais agroecológicos com as mulheres.

Mesa 09

Dialogar com outros parceiros.

Mesa 10

Oficinas de formação com homens, mulheres e mistos;

O enfoque agroecológico seja na perspectiva feminista e não apenas de gênero;

Formação das cirandeiras nas temáticas a serem trabalhadas com agricultores e agricultoras, só que de forma lúdica.

Mesa 12

Investir mais na socialização para aumentar participação de voluntários;

Investir em espaço de degustação.

Mesa 15

Envolver a família no processo de formação de jovens.

Mesa 16

Trabalhar mais os fitoterápicos e a alimentação saudável com as comunidades que eu trabalho;

Mobilizar os jovens para os temas agroecológicos e plantas medicinais em oficinas temáticas;

Implantar as receitas alternativas no assentamento.

Mesa 17

Produção de material educativo, a partir do processo formativo;

Criar formas de autofinanciamento e autogestão;

Formação com educadores e educandos com a mesma temática.

Mesa 19 e 23

Compartilhar experiências e agregar pessoas.

Mesa 21 e 22

Fortalecimento da autonomia e empoderamento popular para autogerir as ações;

Fortalecimento do diálogo horizontal entre os diversos sujeitos sociais coletivos.

Mesa 24

Sustentabilidade da agroecologia urbana;

Necessidade de socializar a importância de não “misturar” produtos orgânicos ou agroecológicos com produtos convencionais pelo risco de contaminação.

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#AT60 – Apresentação oral de trabalhos

Presentación oral de trabajos

Dia 13 | 16h30 – 18h00 | VÁRIAS SALAS | #Agroecologia2017

Programação das Sessões das Apresentações Orais – Salão Veredas
Sente-se na mesa com o tema do seu interesse.
SESSÃO 2: DIA 13, 16:30 – 18:00

MESA

TEMAS

1

Desafios das estratégias de comercialização de alimentos agroecológicos: um relato sobre a feira Da roça pra mesa: alimentos saudáveis.

Rede de Prossumidores Cooperando com a Transição Agroecológica: Uma Experiência da Rede “Mãos à Horta”, em Rio Pomba – M.G.

2

Banco Ativo de Germoplasma de Tomateiro da UTFPR – Câmpus Pato Branco: Base para a Introdução ao Cultivo Agroecológico de Tomateiro de Polinização Aberta na Região Sudoeste do Paraná.

Feira de sementes e mudas: Intercâmbio de conhecimento e fortalecimento da agricultura familiar do Extremo Oeste de Santa Catarina.

3

A contribuição do PIBID Diversidade no desenvolvimento da Educação do Campo e Agroecologia, nas escolas do campo em Manoel Vitorino, Bahia, Brasil.

Ensinando olericultores a identificar e manejar agroecologicamente a antracnose foliar da cebolinha.

4

Redes de cidadania agroalimentar: O caso das células de consumo responsável em Florianópolis-SC.

Hoje tem paneiro cheio”: apontamentos sobre uma ação de comercialização de produtos orgânicos no Nordeste paraense.

5

Interdependências positivas como facilitadoras do manejo e do emprego da mão de obra familiar, uma experiência no Maranhão.

Iniciación Profesional: de la Teoría a la Práctica Agroecológica.

6

Feira da Agricultura Familiar: Diálogos de Saberes e Sabores.

Feira da agricultura familiar na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro: relato de experiência da construção de um espaço de integração entre agricultores locais e a comunidade acadêmica.

7

Farm Experience Internship: contribuições metodológicas para uma educação libertadora e agroecológica.

A extensão universitária em agroecologia: um diálogo entre direito e agriculturas.

8

Pesquisadores e Agricultores na busca de respostas científicas e seu efeito na mudança de paradigmas.

Indicadores de impacto de sustentabilidade da manutenção de polinizadores em sistemas de produção agroecológico no Agreste e no Semiárido Paraibano.

9

Metodologia participativa da árvore dos sonhos para interrelação de diferentes juventudes do campo.

Manifestaciones religiosas asociadas a la agricultura como parte de la cultura andina merideña en Mérida-Venezuela.

10

Criterios combinados para caracterizar las estrategias de medios de vida de productores agroecológicos de la Amazonía boliviana.

La extensión solidaria como estrategia académica para fortalecer la agricultura familiar agroecológica en el Valle del Cauca, Colombia.

11

Hacia el desarrollo de la producción ovina agroecológica en la Región Metropolitana uruguaya. Una experiencia de articulación y construcción de conocimiento agroecológico.

Estaciones artesanales en el monitoreo de factores hidroclimáticos y su contribución a la adaptación climática y transición a la agricultura ecológica de la asociación ASOFRUTEREOS en Trujillo-Valle.

12

Análise da viabilidade econômica da unidade de produção agroecológica dos frutos da juçara (Euterpe edulis Mart.) na Comunidade do Sertão do Ubatumirim – Ubatuba, SP.

A apropriação capitalista do discurso da agroecologia.

13

O processo de implantação de um sistema agroflorestal para a produção agroecológica de alimentos em um assentamento de reforma agraria.

Diálogo de Saberes em rede para o desenvolvimento de Sistemas Agroflorestais Agroecológicos no Sul do Brasil.

14

A força dos guardiões: pesquisa participativa com as Sementes da Liberdade em Sergipe.

Divulgação e discussão de pesquisas científicas para a valorização da agrobiodiversidade e do conhecimento tradicional da agricultura familiar do Extremo Oeste Catarinense: Experiências do I ENAOC.

15

Banheiros secos da UFRRJ; Poupando água, produzindo adubo e ensinando sustentabilidade à baixo custo.

Projeto EDUTEC-ÁGUA: gerenciamento sustentável – saúde, educação e remediação.

16

Estratégias sociais e ecológicas dos agricultores familiares frente às mudanças climáticas em Lagoa do Itaenga – PE.

Resiliencia a los cambios climaticos en los sistemas agroecologicos territorios, estrategias campesinas.

17

Desempenho de batata-doce em sucessão ao milho e leguminosas.

Unidades demonstrativas: diversificando com batatas orgânicas.

18

Conflitos entre a monocultura e o cultivo de hortaliças na agrovila Paraíso do Rio Preto, município de Vila Rica – MT.

Desenho e manejo de sistema agroflorestal sintrópico no Instituto Refazenda, Secretário, Petrópolis – RJ, Brasil.

19

Fórum de combate ao uso de agrotóxicos na região de Alfenas: relatos de experiências de um projeto de extensão universitária.

Curso de extensão sobre saúde do solo para agricultores em situação de risco pelo uso de agrotóxico.

20

Circuito cultural: transgênicos em debate.

Circuitos biofísicos y perspectivas de productos agroecológicos de la asociación.

21

Cromatografia de Pfeiffer como ferramenta para apoiar processos de conversão agroecológica em contextos de degradação ambiental no Amazonas.

Aproximación inicial al análisis del equilibrio ambiental de predios rurales productivos beneficiarios de los proyectos del PCIS-UNIMINUTO usando la metodología del aplicativo FINCAS.

22

Horta econômica: uma tecnologia social de Convivência com o Semiárido.

A internet no fortalecimento do turismo agroecológico na agricultura familiar – o caso da Acolhida da Colônia/SC.

23

Indicadores agronômico/ecológico e de solo na avaliação de sistemas agroflorestais assistidos pelo projeto Florestação no estado do Ceará.

Indicadores locales de diversidad vegetal y edáfica en agroecosistemas de Guacarí, Valle del Cauca, Colombia.

24

Programa de melhoramento genético de tomateiro: obtenção de variedades adaptadas ao Sudoeste do Paraná.

Impactos dos Agrotóxicos nas Abelhas.

25

As experiências de Educação em Agroecologia no Brasil: diálogos a partir do II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia (II SNEA).

Resilience and agricultural systems – lessons from the field: Brazil, Ethiopia, Kenya, and Uganda.

Relato:

Dia 13 Sessão 2 – 16h30 Turno 1

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 01

Ações para maior integração dos consumidores nas feiras agroecológicas;

A importância da conscientização do mercado consumidor para viabilizar projetos de transição agroecológica;

Resgate dos valores não monetários,

Valorização da estratégia familiar;

Formação interdisciplinar.

Mesa 02

Dialogo com outras áreas: critérios para seleção, valorização da estratégia familiar e resgate dos seus valares não monetários.

Mesa 03

Importância de compartilhar conhecimentos com agricultores familiares e estudantes;

A partir de princípios agroecológicos é possível não depender de recursos externos e garante a segurança alimentar.

Mesa 04

Criar estratégias de novos arranjos que favoreçam a comercialização;

Promover inovações e construções sociais dos mercados;

Valorizar a aproximação entre consumidor e produtor;

Possibilidades de viver no campo e transformar sua realidade.

Mesa 05 e 07

Integração e interdisciplinaridade das ações;

Perceber a agroecologia na prática;

Metodologias participativas;

A valorização do agricultor como professor.

Mesa 06

Forte contato com a comunidade ao redor da universidade e integração dos discentes em trabalhos práticos de alto impacto social;

A UFRRJ está permitindo que projetos como a feira orgânica possa ser financiada e gerar grande auxílio aos produtores da Seropédica;

Ver a agricultura permeada em diversos ambientes e situações sociais;

É necessário estarmos sempre unidos, à favor das lutas das terras. E nos lembrar sempre das gerações futuras é sempre importante;

A atenção sobre os compromissos sociais, ecológicos das experiências;

O trabalho voluntário sem recursos econômicos;

Histórias comuns em distintas regiões;

O acesso a terra para produzir os alimentos.

Mesa 09

União entre os movimentos sociais e comunidades para o desenvolvimento sustentável;

O resgaste da juventude para a agricultura e a valorização das ações místicas;

Conservação do patrimônio genético e das sementes nativas;

O envolvimento dos jovens nas decisões e construção comunitária;

O trabalho em conjunto com a natureza.

Mesa 10

Troca entre o meio acadêmico e comunidades;

As comunidades estão se articulando mais com as universidades por intermédio da Agroecologia;

Temos que levar em conta a pluridiversidade do território.

Mesa 11

Trabalho participativo em comunidades como mecanismos para resolver problemas pontuais e concretos;

Articulação de multi atores como impulsor de processos agroecológicos;

Formação técnica com foco na Agroecologia contextualizada por meio da metodologia educação no campo;

A importância da organização popular e da educação do campo na Agroecologia.

Mesa 12

Importância das ilhas de resistência agroecológica frente ao avanço do agronegócio;

Ações cotidianas tidas como prática de rebeldia;

A possibilidade de utilizar as potencialidades “endógenas” para construir e estratégias de produção;

Uso da mandicuera (subproduto da mandioca) como adubo, fertilizante e inseticida;

Mesa 13

Observar a natureza e interagir com ela.

Mesa 14

Dinâmica da devolução de resultados de pesquisa junto aos camponeses;

Importância do despertar nos camponeses e o valor das suas sementes;

Simbologia que a semente crioula tem para o camponês, que envolve amor e semente.

Mesa 15

Água é vida;

É mais barato não contaminar que descontaminar;

Os impactos são anti-democráticos...os pobres pagam!

Mesa 16

Reflorestamento sustentável;

Cuidado e preservação da água.

Mesa 17

O melhor compartilhamento é o “conhecimento novo”, o qual é capaz de mostrar novas soluções às técnicas já existentes ditas “convencionais” e que de certa maneira agridem muito o meio ambiente;

Cultivos orgânicos se mostram eficientes tanto na produção líquida quanto a uma alternativa sustentável no século XXI, além de quebrar paradigmas.

Mesa 18

Que eu, quanto estudante, preciso levar conhecimento e assistência às comunidades, meu munícipio e ao redor.

Mesa 20

Pensar os sistemas produtivos desde as sementes até o consumidor final;

União das manifestações artísticas o meio acadêmico para promoção da Agroecologia;

Importância das redes sociais para gerar impactos positivos na Agroecologia.

Mesa 22

A partilha das experiências apresenta novos caminhos e soluções além de fortalecer as iniciativas de êxodo urbano.

Mesa 23

Avaliação pelo sistema dos indicadores.

Mesa 25

Resiliência como característica fundamental para sistemas agroalimentares e também para processos de construção do conhecimento agroecológico e trocas de saberes;

Descolonizar;

Precisamos lutar para conquistar mais espaços de educação em Agroecologia nos currículos de cursos.

Mesa 26

Na natureza a riqueza vem do equilíbrio e não do excesso!

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 01

Promover ações para maior integração dos consumidores a proposta agroecológica.

Mesa 04

Fortalecimento da identidade local;

Buscar ampliar a rede.

Mesa 05 e 07

Dar visibilidade as pequenas experiências, potencializa-las e expandi-las.

Encurtar as distâncias entre a academia e as ações populares;

Dar visibilidade e reconhecimento aos conhecimentos populares.

Mesa 06

Procurar licitação para prestar serviços;

Farei o meu trabalho de forma mais abrangente e com outras tecnologias sociais;

Estarei mais atento ao uso das tecnologias sociais.

Mesa 09

Incentivar o protagonismo de identificação campesina

Mesa 10

Respeito às comunidades: pluridiversidade, formas de vida para o viver bem, em harmonia com a mãe terra.

Mesa 11

Realizar diagnóstico de avanços e fraquezas em sustentabilidade;

Financiamento contínuo e sua importância

Mesa 14

Decisão junto aos agricultores das variedades que querem estudar;

Incorporar perguntas geradoras nas novas pesquisas juntos aos camponeses.

Mesa 15

Autoresponsabilidade;

Reconexão com o natural;

Pró-atividae para consolidação dos princípios ecológicos.

Mesa 16

Refletir as histórias individuais, estimulando a sistematização;

Fortalecer a ações com os sujeitos coletivos.

Mesa 17

Buscar novas técnicas que viabilizem a expansão e valorização da agricultura orgânica;

Estimular produtores a viabilizarem o manejo orgânico através de uma metodologia que reforce a sua importância para a sociedade e o meio ambiente.

Mesa 18

Levar o conhecimento para a minha comunidade, com relação aos produtos químicos e a valorização dos produtos orgânicos.

Mesa 20

Incorporar a arte na práxis da Agroecologia;

Buscarei conhecer mais experiências agroecológicas de outros países como, por exemplo, o Paraguai;

Utilizar as redes sociais como estratégias para a promoção da Agroecologia.

Mesa 22

Fortalecer as redes e outras iniciativas agroecológicas de êxodo urbano.

Mesa 23

Diminuir o número de indicadores

Mesa 25

Visitar mais roças e SAFs – ver e vivenciar o trabalho na terra, seus desafios e belezas;

Metodologias participativas na construção do conhecimento;

Vontade de mudança.



Dia 13 Sessão 2 – 16h30 Turno 2

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 01

Busca de parcerias;

Diversificar estratégias de divulgação e conscientização.

Mesa 03

Diante das discussões percebemos que há muita resistência quanto a manejo agroecológico, principalmente no Sul e no Norte, onde há muita discriminação, o aprendizado é contextualizar soluções que diminua essa resistência que aos poucos os princípios da Agroecologia sejam fortalecidos no Brasil;

Melhorar a qualidade de vida de todos.

Mesa 04

Inclusão d redes sociais para o circuito curto de comercialização;

Reconhecimento dos agricultores (as) e das experiências de circuitos curtos;

Avanços das redes alternativas de comercialização de norte a sul.

Mesa 06

Agrofloresta possibilita a restruturação ecológica, produção agrícola, soberania  alimentar e geração de renda;

Persistência na luta;

Importância da aproximação da academia com a comunidade.

Mesa 05 e 07

Os movimentos sociais são a base para a construção de uma educação para fortalecer a agroecologia no campo;

É importante o fortalecimento da visão do jovem para construir coletivamente com a própria família;

Identificação de experiências que são resilientes no semiárido.

Mesa 06

Fortalecimento da agricultura familiar a partir da extensão e educação diferenciada.

Mesa 09

Importância da valorização e resgaste da identidade dos jovens com o campo;

Aprendemos um esquema educativo superior que projeta a juventude no campo.

Mesa 11

Projetos que envolvem agricultores e instituições.

Mesa 14

Inserção da temática de sementes crioulas dentro dos Institutos Federais;

Importância da participação dos camponeses em todas as etapas de pesquisa com variedades crioulas.

Mesa 15

Agrotóxicos são uma grande ameaça à saúde pública. Precisamos repensar o uso da água.

Mesa 16

A importância da valorização e integração entre agricultores e meio ambiente;

Aprendi que as comunidades tem muito a nos ensinar sobre a agricultura e sobre a vida.

Mesa 17

Importância econômica e produtiva da cultura, mesmo com as dificuldades de cultivo com efeitos climáticos.

Mesa 18

Há expansão da monocultura e aplicações de agrotóxicos diariamente, impactando diretamente em uma pequena comunidade, sendo importante a discussão sobre esse tema;

A importância das espécies alimentares e medicinais para a comunidades distantes dos centros urbano.

Mesa 19

Os projetos de extensão precisam estar abertos às adaptações metodológicas resultantes do próprio processo de execução das atividades envolvidas;

Importância da articulação de atores para reduzir o uso de agrotóxico;

Viabilização dos riscos de agrotóxico para sensibilização.

Mesa 20

Quando menos pessoas com má intenção, mais fácil a gestão do trabalho;

Mesmo sendo pequeno se pode entrar em grandes mercados;

Aprendizados sobre a realidade do Paraguai e Equador.

Mesa 22

Aprendi que para o jovem ficar no campo são necessários 03 fatores: ter locomoção, acesso a comunicação e independência financeira;

A agroecologia é uma forma ecológica de lidar com a vida, produz economia e sustentabilidade.

Mesa 25

Valorização e construção do conhecimento agroecológico;

É possível produzi conhecimento e alimentos agroecológicos

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 01

Diversificar parcerias

Mesa 03

Formação de redes de experiências;

Estabelecer conexões para compartilhar experiências visando o fortalecimento.

Mesa 04

Fortalecer os modelos dos grupos de consumo responsável;

Buscar a expansão das iniciativas a partir da identidade local;

Articular as redes de comercialização de circuito curto no Brasil.

Mesa 05 e 07

Sistematizar as experiências de famílias agricultoras que são mais resilientes frente à seca;

Articular com os movimentos sociais e fortalecer as redes no meu território;

Apoiar mais a EFA do meu território para fortalecer a agroecologia e a visão camponesa.

Mesa 06

Não plantar brassica com árvores;

Valorizar e fortalecer a extensão universitária;

Valorizar as metodologias participativas/populares.

Mesa 09

Proporcionar o orgulho de ser campesino.

Mesa 11

Sistematizar e divulgar os trabalhos realizados com as comunidades, produtores e territórios.

Mesa 14

Estratégias de multiplicação e distribuição de sementes crioulas e áreas irrigadas para distribuir em áreas semiáridas;

Importância da participação do agricultor em todas as etapas de pesquisa com variedades crioulas

Mesa 15

Engajamento na luta contra os agrotóxicos.

Mesa 16

Levarei o relato mostrando a importância da agroecologia como desenvolvedora de vida;

Resgatar as histórias de vida dos agricultores da vida dos agricultores do município.

Mesa 17

Introduzir nas atividades de produção orgânica e sistemas integrados o cultivo de batata e apresentar como alternativa para sistemas de produtos;

Plantar batata doce.

Mesa 18

Adotar práticas que minimizem os impactos e à saúde;

Adotar a conscientização de máximas pessoas que conheço sobre este tema, onde poderá formar um grupo de discussão.

Mesa 19

A necessidade de formar parcerias;

Pensar de onde vem meus alimentos e procurar alimentos saudáveis.

Mesa 22

Projeto de articulação virtual para os agricultores familiares;

Vale a pena economizar água em todos os momentos do dia.

Mesa 25

Maior interação entre universidade e sociedade;

Lutar pela manutenção e fortalecimento dos núcleos de agroecologia nas UFs

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#AT24 – Apresentação oral de trabalhos

Presentación oral de trabajos

Dia 12 | 17h00 – 18h30 | VÁRIAS SALAS | #Agroecologia2017

Programação das Sessões das Apresentações Orais – Salão Veredas
Sente-se na mesa com o tema do seu interesse.
SESSÃO 1: DIA 12, 17:00 – 18:30

MESA

TEMAS

1

Agroecologia e educação do campo: experiências para uma articulação necessária.

Registros de campo durante a transição agroecológica na unidade de produção camponesa Recanto Agroecológico Primavesi, Cantagalo/PR, Brasil.

2

Cuidando do tauahu: o trabalho dos agentes ambientais indígenas da aldeia Kumarumã sobre a preservação do tracajá para as próximas gerações.

Bem viver e agroecologia na comunidade indígena Guarani Kaiwá.

3

Sítio Jabuti: uma experiência de vida sustentável

Sítio Mãe Natureza: Uma experiência em Permacultura e Ecologia Profunda. Alunos licenciatura campo Roraima.

4

Grupo agroecológico e cultural Balanço do Coqueiro: Por uma identidade da juventude rural.

Envolver os jovens com vídeo.

5

Experiência de sustentabilidade, soberania alimentar e educação do campo na Propriedade Agroecológica Schiavon (PAS). – RS.

A fazenda Carinhosa e a Agroecologia

6

Estrategia de resistencia de las agricultoras frutícolas de Río Negro, Argentina frente a un conflicto político-territorial.Mulheres agricultoras.

Dona Nénem, a história de resistência e luta de uma agricultora.

7

Educação ambiental e agroecologia na Escola Estadual Maria Amélia do Espírito Santo, Manaus-AM

Escola Otto Becker: Uma vivência educativa e ecológica.

8

Rescate de tecnologías ancestrales agroecológicas para la soberanía alimentaria en comunidades indígenas de Yucatán, México.

Relatos de Experiências Agroecológica dos Puyanawa.

9

Agroecologia nas escolas do campo. A experiência da escola municipal Eldorado em Sidrolândia Mato Grosso do Sul.

Produção agroecológica de café fortalecendo a permanência de jovens no campo.

10

Projeto de Implantação da Horta Comunitária na FMUSP: experiência de quatro anos.

Da prática à Teoria: Como a experiência de produção Agroecológica no Campus da UFMT, Cuiabá-MT vem transformando os espaços e as pessoas.

11

Contribuição da prática Agroecológica e Biodinâmica: O Sítio Mãe Terra no Assentamento Bela Vista, Iperó, SP.

Sistema agroecológico de produção orgânica (SAPO): agroecologia para além da produção.

12

Fortalecimento da área de produção alimentar através de plantas indicadoras.

Alho orgânico: inovação da cultura na bacia do rio Grande.

13

Recuperação de nascentes e irrigação de sistemas agroflorestais através de calhas de escoamento de lagos, Sítio Raízes, Santa Rita (BR-116), Teresópolis, Rio de Janeiro, Brasil.

Estufa Ecológica de Bambu.

14

A reinvenção do entrudo e sua resistência como manifestação cultural da comunidade de Boca de Várzea.

Fazenda Madeira: Modo de vida sertanejo, por uma vida sem veneno.

15

A barraca da agricultura familiar como incentivo para a agricultura ecológica.

Associativismo para o fortalecimento da agroecologia e agricultura familiar.

16

O saber que cura: entre a medicina tradicional e a experiência de cura pela natureza.

Agrossilvicultura São Cosme e Damião: uma experiência de vida na floresta atlântica.

17

Experiências em produção orgânica no Amazonas, o caso do Sitio Ouro Verde.

Agricultura Camponesa: o jeito de ser, viver e produzir no ‘Sítio Agroecológico Olho d’água’.

18

Desafios e oportunidades na formação profissional do Agricultor.

Nascer e Crescer na Onda do Meio Ambiente.

19

Trabalho em mutirão: a experiência do “trio agroflorestal” do Assentamento Sepé Tiaraju.

A Rede Sementes da Agroecologia no Paraná (ReSA).

20

Agroecologia, Vida e Esperança: A Luta de Duas Mulheres Pela Transição Agroecológica.

Grupo de Mulheres Extrativistas Filhas da Terra.

21

Entre bichitos: una experiencia emancipadora desde la educación formal en Casavalle.

Quintais urbanos – Canteiros de Bem-viver.

22

Neo-rurais em transição agroecológica: a experiência do Coletivo Ariramba (Espírito Santo do Pinhal – SP).

Roots Ativa – Agroecologia no Aglomerado da Serra.

23

Experiencia de AGROECODES (agroecologia y desarrollo sostenible).

Relato de Adão – Resiste Izidora.

24

Festa do Mangue do Cumbe/ Aracati-CE: uma experiência agroecológica em áreas de manguezais.

Quilombo do Cumbe e Casa Maré das Artes: práticas tradicionais e cultura do povo do Mangue do Cumbe/Aracati-CE.

25

Produção Orgânica pelos Agricultores Familiares da Associação Rural do Assentamento Retiro- ARAR no município de São Sebastião do Passé-BA.

Produção Orgânica pelos Agricultores Familiares da Associação Rural do Assentamento Retiro- ARAR no município de São Sebastião do Passé-BA.

Relato:

Dia 12 Sessão 1 – 17h Turno 1

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 1

Planejamento e sistematização, autonomia, decisão.

Mesa 02

Ação concreta que partiu da comunidade, valorização do conhecimento tradicional, resistência dos povos indígenas.

Mesa 03

Partilha de experiências em diferentes regiões, perceber a mudança no consumo, a partir de uma vida mais saudável.

Mesa 4

Construção da identidade dos jovens do campo, organização da juventude rural para permanecer no campo.

Mesa 05

Prendemos que a sensibilidade e a tomada de consciência faz com que o agricultor procure uma produção saudável, que vai favorecer a si próprio, sua família e outros que venham a consumir os alimentos e a socialização /disseminação da prática.

Mesa 6

De acordo com as experiências apresentadas, concluímos que é de extrema importância à construção de uma rede de fortalecimento da Agroecologia para a resistência Intergeração – o conhecimento agroecológico que tem revolucionado desde os anos 80 a atualidade, luta!

Mesa 9

Estratégias para permanência dos jovens no campo, importante ensinar além do conhecimento da realidade, a importância da escola do campo como um espaço crítico e de formação e fortalecimento dos jovens no campo, soluções inovadoras quando se envolve e valoriza os saberes da comunidade;

Realidades diferentes, problemas comuns.



Mesa 11

O sistema agroecológico de produção orgânica – SAPO, instalado no assentamento João Batista no município de Castanhal – PA, é uma forma de resistência que deve ser multiplicada para o fortalecimento da agroecologia.

Mesa 13

Tecnologia de baixo custo, substituição de insumo/redesenho do agroecossistema.

Mesa 14

A importância da perseverança no campo da produção agroecológica, articulação da cultura nas relações sociais e produção das identidades, a importância das manifestações culturais como formação da identidade camponesa.

Mesa 15

Venda direta e comércio feiras de forma coletiva grupo fortalece o agricultor pela agregação de valor, venda conjunta colaborada com infraestrutura (barraca, transporte).

Mesa 16

Aprendizado de remédios naturais, a importância de resgatar os saberes ancestrais de cura pela natureza, a partir dos fitoterápicos e também compartilhar esses aprendizados, de modo que a sociedade esteja cada vez mais ciente da importância da natureza de forma geral, que portanto precisamos estar atentos quanto aos cuidados com a mesma, a entrada de saberes populares na universidade e na vida das pessoas que buscam outras formas de ver a saúde.

Mesa 17

Organização social de trabalho através da associação, desafio da produção de alimentos saudáveis sem uso de agroquímicos, resgate do conhecimento popular ou tradicional, troca de experiências.

Mesa 19 e 20

Importância da juventude para a permanência no campo e continuidade da agroecologia, resgate da condição do humano e troca de saberes, preservação das sementes e interação entre bancos e casas de sementes criolas.

Mesa 21

Importância do empoderamento através da agroecologia.

Mesa 22

Como o êxodo urbano pode contribuir para o desenvolvimento rural sustentável.

Mesa 23

Sistema agroecológico de produção de soja orgânica, Integração da produção agrícola e pecuária orgânica, Resistência dos camponeses em defesa das suas terras.

Mesa 24

Realizar a articulação da pesquisa com a iniciação a docência na sala de aula.

Mesa 25

O sistema participativo de garantia fortalece o associativismo e a roca de experiência entre os agricultores, com o passar dos anos e, principalmente, após a revolução verde agricultores familiares foram perdendo suas tradições com o avanço do conhecimento agroecológico eles tem recuperado e/ou retomado seus saberes.

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 01

Cuidado do bem-comum;

Envolvimento de todos;

Organização pessoal.

Mesa 02

Não desistir;

Trabalhar em parcerias com as escolas indígenas;

Resgatar as práticas de alimentação tradicional indígenas.

Mesa 03

Conhecer e pesquisar a relação entre as espécies;

Pensar sobre a transição agroecológica.

Mesa 04

Protagonismo da juventude.

Mesa 05

Contagiar, sensibilizar e compartilhar experiências.

Mesa 06

Aumentar as trocas de experiências entre países Latinoamericanos, melhorando a cooperação e comunicação.

Mesa 07

Contaminação da biodiversidade;

Divulgar em rede todos os agrotóxicos mais danosos na contaminação de toda a cadeia alimentar.

Mesa 08

Monitorar presença de resíduos de fertilizantes químicos, defensivos químicos em humanos.

Mesa 09

Transformar a matriz educativa pedagógico das redes de educação das redes de educação com a inserção da Agroecologia; Fazer um plantio consorciado pode ter uma produção diversificada.

Mesa 11

Estreitar os laços entre as universidades e as experiências no assentamento João Batista (Castanhal, Pará);

Proliferar a ideia do Sistema Agroecológico de Produção Orgânica.

Mesa 12

Estudar, pesquisar, sistematizar e socializar a pesquisa na comunidade.

Mesa 13

Tecnologias fáceis de serem replicadas.

Mesa 14

Compreensão de que o resgaste de tradições culturais é importante para entendermos as origens de tradições culturais atuais;

A relevância de representar o campo de maneira valorizada e afirmar os princípios da agroecologia;

Mesmo com dificuldades inerentes aos ecossistemas é possível viver da terra, adaptando-se e prosperando.

Mesa 15

Atuar plantando a semente de agroecologia, incentivando a retomada da cultura camponesa;

Irei incentivar mais agricultores a participarem/certificarem pelo sistema participativo de garantia!;

Buscar grupos de comércio (feiras, venda direta etc).

Mesa 16

Buscar maior conexão com a natureza para além de ganhar autonomia sob o meu corpo, produzir meus próprios remédios;

Conhecer saberes ancestrais de outros locais;

Acreditar na cura através dos remédios naturais.

Mesa 17

Uso de leguminosas na compostagem;

Repelente de insetos nos cultivos;

Evitar queimadas;

Cobertura verde no solo;

Fortalecer e incentivar a produção orgânica junto aos agricultores.

Mesa 18

Descobrir o caminho das nascentes dos aquíferos e ondes eles desaguam;

Concentrar as informações  e pesquisas em um só lugar onde estejam disponíveis para quem queira usar;

Apoiar legislações que identifiquem o uso de agrotóxicos e outros químicos e gerem tributação de alimentos com os mesmos;

Rotulação das OGMs.

Mesa 19 e 20

Não utilização de sementes dominadas pelas grandes transnacionais;

Valorizar a juventude;

Não abandonar o campo, pois ele é espaço de vida.

Mesa 21

Quando a organização social e a agroecologia gerar soberania não esquecer de também cobrar políticas pública;

A geração de renda da agroecologia das comunidades não podem ser o único fim.

Mesa 22

Neoruralismo como meio de dignificar a vida no campo.

Mesa 23

Intercâmbios de experiências de camponeses entre Brasil e Colômbia e organização das famílias da associação.

Mesa 24

Complexificar a noção de cultura, combatendo o pensamento reducionista e simplificador que busca colocar a cultura na periferia do debate. O alimento é 100% biológico e 100% cultural, sem subordinar ou hierarquizar uma dimensão a outra;

Encampar a luta da comunicação como direito associado ao direito humano à alimentação;

Fortalecer a aprovação do Pronana.

Dia 12 Sessão 1 – 17h Turno 2

Qual foi o grande aprendizado que tive ao ouvir a apresentação e que considero importante compartilhar? Azuis

Mesa 10 e 18

Necessidade de espaços verdes em ambientes urbanos;

Adaptação às dificuldades e falta de recursos;

Boas ideias geram projetos que mudam a consciência coletiva.

Mesa 14

O importante é que o agricultor usou sua história de luta e resistência para melhorar a sociedade onde vive e nunca desistiu de viver no campo, além de encorajar as outras famílias;

Que a cultura, assim como atividades de subsistência é crucial para a integração das famílias e fortalecimento dos vínculos entre camponeses.

Mesa 16

Importância do trabalho em família;

A riqueza da biodiversidade;

A abundância da cura integrada.

Mesa 21

Como as práticas de cura não acontecem se as plantas não estão ali;

A manutenção da cultura pelos quintais e práticas de cura no ecofeminismo.

O que fiz ou farei diferente a partir desse aprendizado? Verdes

Mesa 01

Valorização da mulher camponesa;

Priorizar a renda não monetária;

Trabalhar melhor o registro e a sistematização.

Mesa 03

Buscar estratégias de multiplicação do conhecimento.

Mesa 04

Levar mais aceitação do café orgânico para o bem viver;

Dar mais visibilidade ao que a juventude agroecológica faz no campo.

Mesa 05

Colocar em prática os ensinamentos populares, aliando a população do campo com os ensinamentos da academia.

Mesa 06

A importância do intercâmbio para conhecer nossas histórias;

Procurar conhecer mais à respeito das tradições, culturas e projetos que temos em todo o Brasil e países vizinhos;

A natureza tem todas as respostas, basta simplesmente escutá-la.

Mesa 09

Procurarei trabalhar em conjunto com a natureza e com toda comunidade;

Práticas de convivência no meio rural.

Mesa 10 e 18

Doação de árvores para crianças acompanharem o desenvolvimento e criar consciências das mesmas;

Utilizar a produção das hortas urbanas como moeda de troca;

Desenvolver hortas urbanas;

Mesa 12

Observar a importância da utilização dos “bens locais”.

Mesa 13

Uso racional de matérias primas.

Mesa 14

Com esse aprendizado buscaremos com certeza – levar o resgaste à cultura para nossa comunidade e transmitir a riqueza que traz a identidade cultural dos povos;

Valorizar os sujeitos camponeses e suas histórias de superação e enfrentamentos ao sistema hegemônico.

Mesa 16

Valorizar e dar visibilidade às iniciativas alternativas;

O amor cura profundamente

Fortalecer as redes solidárias

Mesa 21

Indissociabilidade da independência e da luta por direitos;.

Envolvimento da Juventude;

O caminho é pelas plantas

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